O empresário do ramo de floriculturas Jorge Quatrina informou ao Jornal da Cidade que foi o vencedor de uma licitação aberta em 2001 pela prefeitura para construção do quiosque localizado no canteiro em frente ao Cemitério da Saudade, na avenida Rodrigues Alves. O prédio onde funcionava uma floricultura, está abandonado desde 2003 e comerciantes e o vereador Primo Mangialardo (PV) cobram a providência da prefeitura para dar um destino ao empreendimento.
Segundo o empresário, o terreno e o prédio não foram doados à prefeitura porque sempre pertenceram a ela. “O empreendimento foi incorporado ao patrimônio do município. Recebi o direito de explorar o espaço, pagando aluguel, por quatro anos”, explica. Mas como empreendimento não era rentável, ele preferiu entregar as chaves à prefeitura, em 2003. O empresário diz que é favorável a utilização do local pela polícia, como miniposto de monitoramento.
Conforme o Jornal da Cidade já divulgou, a Prefeitura de Bauru informou que abriu processos licitatórios para concessão do imóvel a interessados, mas nenhum participante apresentou proposta. Sobre a utilização do local para instalação de uma base policial, o secretário municipal do Meio Ambiente, Rodrigo Agostinho, destaca que a proposta é viável caso haja interesse por parte da Polícia Militar.