Não bastasse a preocupação com elementos contaminantes, sobrecarga no aqüífero Bauru e a impossibilidade de perfurar novos poços no perímetro urbano da cidade, o presidente do Departamento de Água e Esgoto (DAE) de Bauru, Clemente Rezende, apontou outro fator que pode comprometer o abastecimento de água: a perfuração de poços clandestinos.
Atualmente existem 29 poços pertencentes ao DAE e 320 particulares cadastrados. O problema, no entanto, são os clandestinos, que passam de mil, segundo o presidente da autarquia. “Isso é prejudicial porque esses poços, perfurados de forma indiscriminada e predatória, podem estar provocando a contaminação do aqüífero”, disse.