A cultura e o artesanato dos índios mapuches ocupam capítulo especial dos turistas.
Depois de se esbaldar com os passeios, a gastronomia e as compras que a cidade oferece, reserve um espaço na agenda para conhecer mais sobre esse povo que marca a identidade dessa graciosa cidade de cerca de 50 mil habitantes. O Museu Mapuche, no centro, é um banho de história e de cultura indígena. Lá você saberá que ainda existem muitos descendendes pela região. Chilenos bonitos, de cabelos lisos e muito amáveis.
Os passeios rurais também vêm ganhando espaço na região. A Fazenda Huifquenco, por exemplo, oferece cavalgadas pelos bosques nativos, que levam a mirantes como o San Fermín, à lagoa dos Patos, ao rio Voipir e até a pastos de javali. Há opções de passeios de 2h30 e de meio dia. Nos mais longos, pode-se incluir atividades como caiaque, pesca ou mountain bike. No fim do passeio, os visitantes são convidados a experimentar a típica “sopaipillas con pebre”. Trata-se de um bolinho feito com massa de abóbora, que se pode comer com um tipo de vinagrete e pimenta crua. Vale a pena prová-lo.
Mais uma opção: o Parque Huerquehue, a 35 quilômetros de Pucón. Ali, o ideal é deixar a preguiça de lado e caminhar. As atrações são os Lagos Tinquilco, Chico, Verde e Toro, além das gigantescas Cachoeiras Trufulco e Águila e de dois mirantes. Para os mais radicais, há um trekking de dois dias - que leva até as Termas San Sebastian, onde fica a Laguna de los Condores.