Esportes

Dirigentes e torcidas brigam no Morumbi

Por Folhapress | AE
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São Paulo - Se dentro de campo o jogo transcorreu sem maiores problemas, ontem nas numeradas vermelhas uma briga generalizada envolveu dirigentes palmeirenses e são-paulinos. Nas ruas, a confusão foi das organizadas contra a Polícia Militar.

Segundo José Carlos Vinitte, diretor de sede do Palmeiras, o filho do superintende de futebol Marco Aurélio Cunha, João Cunha, foi o pivô de toda a confusão ontem no estádio. “O São Paulo fez o primeiro gol e passamos a ser provocados. Quando comemoramos o empate, fomos empurrados e levamos socos. Não vimos nem o segundo gol do São Paulo”, disse Vinitte.

Marcos Roberto dos Santos, chefe de segurança do clube, disse que Cunha estava no local, mas o isentou de participar da confusão. “Ele tentou apaziguar a situação”, falou Santos.

Nas ruas as organizadas tricolores e alviverdes travaram uma verdadeira batalha contra a PM. Helicóptero, cavalaria, motos, tiros de borracha, bombas de efeito moral, gás de pimenta, pedras voando para todos os lados.

Quem chegava para o clássico ficaram estarrecidos com o que viam na frente do Morumbi. Pais seguravam seus filhos nos braços com medo da fumaça das bombas e principalmente das balas de borracha disparadas pela polícia e das pedras atiradas pela torcida.

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