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Diego e Carol disputam final do ‘BBB’

Por Da Redação | Com Folhapress
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Ele enfrentou cinco paredões, ela voltou duas vezes da berlinda. A popularidade dele ficou evidente desde o início do “reality show”, enquanto ela quase passou despercebida, não fosse a passagem-relâmpago do argentino Pablo Esposito pela casa. Com históricos completamente diferentes, Diego e Carol se enfrentam hoje na final do “Big Brother Brasil”, que termina com média em torno de 44 pontos, a maior audiência da emissora atualmente.

E, assim, pela primeira vez em sua história, dois competidores, representando lados opostos na competição, brigam agora pelo prêmio de R$ 1 milhão. O segundo e terceiro lugares embolsam, respectivamente, R$ 50 mil e R$ 30 mil. Alemão garantiu a vaga na final ao vencer a prova do líder, na última sexta-feira. Carol entrou na disputa ao despachar Bruna no paredão de anteontem.

“São dois estilos completamente diferentes de jogo. Diego é um grande jogador, mas essa característica dele ficou escondida atrás de seu carisma. Já Carol defendia a estratégia, mas se perdeu várias vezes na infinidade de informações que tinha sobre o reality show”, analisa Jean Wyllys, vencedor do “BBB 5”.

Mas não é só na final imprevisível entre Carol e Diego que o “BBB 7” surpreendeu. No ano em que a Globo apostou que a baixaria e o sexo dariam o tom da disputa (para exibir as cenas mais picantes, a emissora criou o “BBB Só para Maiores”, exibidos nas madrugadas das quartas-feiras), o “Big Brother” acabou trazendo de novo os mesmos elementos das edições anteriores: o romance - desta vez marcado pelo triângulo amoroso entre Diego, Íris e Fani - e intrigas, envolvendo grupos oponentes na competição.

Cenas como o episódio da cueca de Alemão e a troca de farpas entre o surfista e Alberto dentro de uma jaula durante uma prova do líder aumentaram a temperatura da casa, mas por razões diferentes daquelas previstas pela direção do “reality show”.

Ontem, os dois finalistas ganharam uma filmadora para se divertir. Depois de registrar momentos um do outro e detalhes da casa, os dois sentaram-se em frente à câmera e gravaram depoimentos. “Qual é sua sensação de chegar à final?”, perguntou a carioca para Diego. “Calafrio, ansiedade, angustia. Mas me sinto com a missão cumprida”, disse ele. Fazendo a mesma pergunta para Carol, ela respondeu: “Eu acho que sou a zebra do programa. Nem eu acreditava que estaria aqui. Estou muito assustada e surpresa”.

Em papo relaxado, o paulista comentou ontem que só conseguiu chegar a essa altura do jogo por conta de Íris e de Alberto. “Tem duas pessoas que são as maiores responsáveis para eu estar aqui: a Íris em primeiro lugar, e o Alberto em segundo. Ela pelo jeito, o emocional. E o Alberto pelas atitudes que ele teve com ela, que fizeram com que eu me manifestasse aqui dentro”, acredita o surfista.

Hoje, os 16 participantes do “BBB” se reencontrarão na parte externa da casa e terão a chance de colocar tudo em pratos limpos. A Globo renovou o contrato de produção da atração até 2010.

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Diego entrou sem se inscrever

Antes de entrar no “Big Brother Brasil”, Diego Gasques, 26 anos, vivia em um apartamento de classe média alta em São Bernardo do Campo. Descoberto em um bar, ele estava se dedicando a montar sua própria empresa - um negócio na Internet - e curtindo a vida de solteiro. “Ele namorou desde os 14 anos a mesma pessoa e agora estava conhecendo o que é ser solteiro. O telefone dele não parava”, entrega Fernanda Gasques, irmã do loiro.

Segundo a família, a entrada de Diego no programa foi bem rápida. Ele não precisou se inscrever ou mandar fita. Foi escolhido pela produção do “BBB 7” em um bar da zona oeste da Capital, no mesmo dia que Fernando Luiz, o Justin. Dez dias depois, já estavam no Rio.

Formado em administração de empresas, Diego passou uma temporada nos EUA estudando inglês. Um dos hobbies do bonitão é surfar: sempre que pode, pega a estrada até o Guarujá, onde a família tem casa, para pegar onda.

E o que o favorito ao prêmio faria com R$ 1 milhão? “Não tenho idéia, pois ele nem estava esperando entrar no programa. Não deu tempo de fazer planos”, conta a irmã.

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Carol corre por fora

Carollini Honório, 20 anos, nunca foi a favorita para levar o prêmio de R$ 1 milhão. Polêmica, gabou-se por entender tudo sobre o “BBB”, defendeu participantes impopulares e criticou quem usa o programa como trampolim para a carreira artística. Correndo por fora na disputa, a carioca, porém, apostou na estratégia - e, claro, contou com uma mãozinha da sorte - para chegar à final do “Big Brother Brasil”.

“Minha filha foi inteligente”, fala Joel Honório, pai da jogadora, e principal incentivador de sua inscrição no “reality show”. “Carol acompanha o programa desde a primeira edição. Sabia o que devia e o que não podia fazer se quisesse se preservar”, diz, afirmando que até os “olés” que Carol deu em Bruno, Airton e no argentino Pablo foram premeditados. “Casal sempre é muito visado”, justifica.

Joel já recebeu ligação da “Sexy”, que a quer nua na capa de uma edição da revista. Na vida pessoal, a morena também é tranqüila. Tem poucos amigos, não é de sair muito para balada - só gosta de sambar e de sair para beber chope - e é de poucos namorados. O último deles terminou antes de entrar no “Big Brother”, onde garantiu, pelo menos, R$ 50 mil do segundo lugar. Com o dinheiro que ganhar, conta o pai, deve quitar o apartamento da família. “Ela também ganhou o carro, já está ótimo.”

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