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Prefeitura responsabiliza HB pelo aviso à família

Luiz Galano
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De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde, quando ocorrem casos de atendimento a pacientes sem identificação nas unidades de Urgência e Emergência do município, o procedimento de rotina é acionar o serviço social do órgão, que deve usar de todos os meios para que se encontre a família através da mídia e outros.

A assessoria de imprensa da prefeitura revela que Rivelino Pereira Soares deu entrada no Pronto-Socorro Central (PSC) no dia 5 de abril, às 17h35, trazido pelo Resgate, onde foi submetido aos primeiros socorros.

A Secretaria de Saúde alega que, enquanto Soares permanecia no PSC sua família foi procurada, sem que nenhum parente fosse encontrado e comparecido até a unidade. Em virtude do grave estado de saúde, o paciente teve que ser removido para o Hospital de Base (HB) no início da madrugada do dia 6, passando então a responsabilidade de procurar os familiares à Associação Hospitalar de Bauru (AHB), segundo a assessoria da prefeitura.

O órgão cita ainda que nenhum parente procurou por Soares após sua transferência e que, se alguém tivesse pedido informações, seria encaminhado ao HB. O Policiamento Rodoviário, que atendeu a ocorrência, afirma que apenas dá apoio numa situação como essa e que a responsabilidade de encontrar possíveis parentes seria da assistência social do órgão onde a vítima foi internada.

A assessoria de imprensa da Secretaria da Administração Penitenciária (SAP) revela que no dia seguinte ao incidente ocorrido com seus funcionários durante o trabalho, teve dificuldade para localizar a vítima do atropelamento em Bauru para saber seu estado de saúde.

A assessoria de imprensa da AHB foi procurada no início da noite de ontem para dar a sua versão. No entanto, até o fechamento desta edição não havia retornado ao recado deixado na caixa de mensagens do celular.

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