Lima - A cidade de Lima é especial para Rogério Ceni. Foi lá que o goleiro-artilheiro marcou seu primeiro gol na Libertadores, e justamente contra o Alianza Lima, em 2004. De falta, ele abriu o placar para a vitória por 2 a 1 - a diferença é que aquele jogo foi no Estádio Nacional, o maior de Lima, e o desta noite será no Alejandro Villanueva, estádio do Alianza com lugar para 20 mil espectadores.
Desde aquele dia, 11 de fevereiro de 2004, Rogério chegou a dez gols e se igualou a Pedro Rocha, Palhinha e Müller, os maiores artilheiros do São Paulo na história da Libertadores.
Se voltar a marcar hoje à noite, o capitão poderá acabar com o jejum de gols de falta - não marca desde 26 de novembro - e, de quebra, se tornará o maior goleador do clube em todos os tempos na competição. “Isso não tem a mínima importância. Se tivesse, talvez o São Paulo não estaria na situação que se encontra, em duas competições, jogando a classificação em uma e na outra, quem sabe, a chance de chegar à final”, minimiza o goleiro. “Me preocupo sempre em vencer, não com marcas pessoais”, concluiu o goleiro, recordista da posição em gols marcados, com 70.