Um agente de escolta que já possui o porte de arma defende que sejam aplicados rígidos critérios, principalmente na questão psicológica, para a obtenção do direito de andar armado fora do ambiente de serviço.
“A pessoa tem que ter pleno controle sobre o aparelho e a cabeça no lugar para saber o momento em que se faz necessária a utilização da arma. Não se pode misturar um simples desentendimento com uma situação de perigo iminente”, ressalta o rapaz, que prefere manter o nome em sigilo. Ele afirma ter mudado seus hábitos após a onda de assassinatos de agentes, não freqüentando certos lugares e alterando diariamente seus caminhos.
Ele acredita que o porte de arma beneficia os agentes. “Um revólver não preserva a sua vida, mas te dá a chance de se defender de um bandido”, afirma o agente, que porta arma durante o trabalho e revela que já precisou utilizar a arma numa situação de fuga de presos.