Polícia

Policiais militares e civis se reúnem em praça para homenagear Tiradentes

Thatiza Curuci
| Tempo de leitura: 2 min

Ontem, véspera da morte de Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes, os policiais militares e civis de Bauru fizeram uma homenagem a ele, que é patrono das polícias no Brasil. O efetivo do 4.º Batalhão da Polícia Militar e delegados, investigadores e escrivães da Polícia Civil compareceram a solenidade, às 17h, na Praça Portugal, em frente à Base Comunitária Sul.

O tenente-coronel Pedro Batista Lamoso, comandante do 4º Batalhão da Polícia Militar do Interior (4.º BPMI), e o delegado seccional Doniseti José Pinezi, foram algumas das autoridades presentes no local.

A festividade teve início com apresentação da banda da Polícia Militar, seguida pelo hasteamento das bandeiras nacional, estadual e do município. Em seguida, professores e policiais participantes do programa da PM Jovens Construindo a Cidadania (JCC) receberam homenagens. Em seguida, cinco policiais da PM foram laureados com mérito pessoal.

Os tenentes Jeferson Santana, Milton de Moraes, a sargento Silvana Ramos, o cabo Marcos Mateus e o soldado Joselito Barbosa Felipe receberam o título. Na Polícia Civil, foram certificados o delegado Silberto Martins, os investigadores Maria Aparecida Cavalheiro, Fernando Tento, Luís Carlos Cândido de Souza, Marcelo Souza, Telma Landolfi, Henrique Manoel e Antônio Luiz, além dos escrivães Marcos Barbosa, Glaudio Estoco e Lívia Maria Remai.

O delegado representante do Departamento de Polícia Judiciária de São Paulo - Interior (Deinter-4), Antônio Luís Sampaio de Almeida Prado, elogiou as polícias e afirmou que a integração entre militares e civis na cidade tem mostrado bons resultados. “Os índices de criminalidade diminuíram. Bauru é uma cidade referência para o Estado”, avaliou.

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Inconfidência Mineira

Tiradentes foi o líder da Inconfidência Mineira, movimento que no final do século XVIII lutou pela independência do Brasil. Nascido em São João Del Rei (MG), ele foi minerador, tropeiro, alferes e dentista. O movimento foi delatado em 1789 por Joaquim Silvério dos Reis e interrompido pelas tropas oficiais.

Três anos depois, em 21 de abril de 1792, Tiradentes foi enforcado. Partes do seu corpo foram expostas na estrada que ligava Minas Gerais ao Rio de Janeiro como forma de inibir outras ações pela independência. A sua morte, porém, o transformou em um mártir.

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