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Picadas de escorpião 1

O número de pessoas picadas por escorpião em todo o Brasil triplicou, segundo controle de notificações do Ministério da Saúde enviado ao Instituto Vital Brazil: 36 mil casos foram notificados em 2005, último balanço, contra uma média de 10 a 12 mil casos em anos anteriores. As regiões Sudeste, Nordeste e Centro-Oeste são as mais afetadas. Os números surpreenderam os técnicos do Vital Brazil: pela primeira vez, afirmam, os escorpiões superaram as cobras. As vítimas atacadas por serpentes somaram 28 mil. As mudanças climáticas estão entre as causas da maior proximidade dos escorpiões com o ambiente humano.

Picadas de escorpião 2

Na avaliação do biólogo Cláudio Maurício Vieira Souza, chefe do Laboratório de Artrópodes do Instituto Vital Brazil, os escorpiões encontram condições ideais de reprodução após as enchentes, mas os longos períodos de estiagem têm feito esses animais peçonhentos, que têm grande capacidade de adaptação, a procurar locais mais úmidos - como jardins, esgotos e ralos de residências - para viver. Como têm grande facilidade de locomoção dentro de casa, acidentes graves podem ocorrer. “Normalmente, o escorpião pica para se defender, liberando o ferrão e pouco veneno. O perigo em casa é maior porque as pessoas podem ser atacadas e receber muito veneno quando estão relaxadas ou dormindo”, explica o biólogo. Nestes casos, explica, a vítima deve receber soro, que é produzido no Vital Brazil, nos postos especializados. No caso de qualquer ataque, a pessoa procure imediatamente o serviço de saúde, pois o veneno do escorpião pode levar à morte. (Folhapress)

Referência em medicina 1

Perto de completar dois séculos e abandonado por muitos anos, o prédio onde funcionou o primeiro curso de medicina no Brasil ganhou um projeto de restauração e revitalização. Localizado no Pelourinho (centro histórico de Salvador), o casarão possui 20 mil metros quadrados e um acervo de 5,3 milhões de páginas de documentos. Há teses, pedidos de matrículas, pesquisas e experiências de cientistas e uma biblioteca com 180 mil volumes, que conta grande parte da história da medicina no País e as mudanças ocorridas nas sociedades brasileira e baiana desde 1808, quando dom João 6º autorizou o funcionamento da escola. O projeto está orçado em R$ 8 milhões, dos quais a Petrobras patrocinará R$ 3 milhões para a primeira etapa. As obras começam ainda neste primeiro semestre, de acordo com o reitor da UFBa (Universidade Federal da Bahia), Naomar de Almeida.

Referência em medicina 2

De acordo com o protocolo, as obras de restauração do prédio onde funcionou a primeira faculdade de medicina do País serão concluídas em dois anos e meio. A estatal também já se comprometeu a conseguir o restante da verba para a conclusão dos trabalhos. Com exceção de um anfiteatro, que já foi restaurado, e de um espaço que abriga um museu afro, praticamente todo o prédio está com suas estruturas parcialmente danificadas. Desde 2002, mais de R$ 3 milhões já foram gastos na recuperação do prédio. Por falta de verbas, no entanto, as obras nunca foram concluídas.

Referência em medicina 3

O prédio da faculdade de medicina da Bahia situa-se no mesmo local onde foi erguido o Colégio dos Jesuítas, em 1553. Antes de ganhar o nome atual, o edifício abrigou a Escola de Cirurgia da Bahia e a Academia Médico-Cirúrgica da Bahia. Entre os documentos históricos que a faculdade abriga, está o diploma original da primeira mulher formada em medicina no Brasil - a gaúcha Rita Lobato, que colou grau no dia 10 de dezembro de 1887. O prédio ganhou o nome de Faculdade de Medicina no dia 3 de outubro de 1832. Sem aulas desde 1973, quando a faculdade foi transferida para o centro, o prédio passou quase duas décadas interditado. (Folhapress)

Pneumosul em Gramado 1

Novidades sobre incidência e tratamento de doenças respiratórias serão destaque no Pneumosul 2007 - Congresso de Pneumologia da Região Sul , de 29 de abril a 1 de maio, no Hotel Serrano, em Gramado (RS). No evento, especialistas irão debater os últimos avanços da medicina para tratar doenças como enfisema pulmonar, bronquite crônica, câncer de pulmão, asma, tuberculose, entre outras. Paralelamente, o 1.º Congresso de Atendimento Multidisciplinar em Doenças Respiratórias reúne fisioterapeutas, psicólogos, nutricionistas, enfermeiros e outros profissionais que atuam na recuperação de pacientes na área da pneumologia.

Pneumosul em Gramado 2

Além da abordagem profissional, o Pneumosul 2007 irá evidenciar também o lado de quem sofre com esse tipo de doença. Uma das presenças já confirmadas é a do presidente da Associação dos Portadores de DPOC (Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica), Manoel de Souza Machado Júnior. O objetivo de sua participação é mostrar as dificuldades e necessidades dos pacientes. Com convidados internacionais, incluindo o mexicano Rogelio Perez-Padilha, presidente da Associação Latino-Americana de Tórax (ALAT), o Pneumosul será realizado a cada dois anos, num estado diferente da região sul do país a cada edição. O evento tem promoção da Sociedade de Pneumologia e Tisiologia do Rio Grande do Sul e está sendo realizado pela Sociedade de Pneumologia e Tisiologia do Rio Grande do Sul, Sociedade Paranaense de Tisiologia e Doenças Respiratórias e Associação Catarinense de Pneumologia e Tisiologia, com apoio da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia. Mais informações e inscrições: 51. 3028-3878 ou contato@ccmeventos.com.br. (Da Redação)

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