Bairros

Alunos de escolas públicas aprendem com Departamento de Física e IPMet

Daiana Dalfito
| Tempo de leitura: 2 min

Alunos da Escola Municipal de Ensino Fundamental (Emef) Waldomiro Fantini, no Parque Santa Cândida, visitaram o Instituto de Pesquisas Meteorológicas (IPMet) no mês passado. Os estudantes da 4ª série do ensino fundamental tiveram uma aula de astronomia, na prática, com a visualização de estrelas através de telescópio e conhecimento dos aparelhos usados pelo IPMet.

Segundo a diretora da Emef, Sônia Maria de Lima Tomé, a aula prática é parte de um projeto de astronomia que vem sendo desenvolvido em diversas escolas, inclusive na Waldomiro Fantini. O estudo começou em sala de aula com pesquisas sobre o espaço, seus planetas, estrelas e satélites.

Além das crianças, pais e professores visitaram o IPMet. Além de conhecer o instituto os alunos tiveram uma aula de astronomia com a professora do Departamento de Física da Universidade Estadual Paulista (Unesp), Rosa Maria Fernandes Scalvi.

Palestras

Outra iniciativa da Unesp para divulgação do estudo científico é um ciclo de palestras sobre ciência e tecnologia para aproximar alunos do ensino médio, a universidade e o estudo de ciências.

Cerca de 100 alunos do 3º ano do ensino médio, no período matutino, foram beneficiados com explicações da física e da ciência de materiais de forma simples e acessível. Segundo o informado pela coordenadora do projeto, professora Rosa Maria Fernandes Scalvi, do Departamento de Física da Unesp, esse é o primeiro passo para que a universidade e as escolas se aproximem.

“A idéia é divulgar o nosso conhecimento científico aos alunos do ensino médio. Isso estimula o interesse desses alunos em estudar ciências na escola e, quem sabe, depois dela. Falar de maneira simples sobre ciência ajuda os jovens a compreender que física, química e biologia podem ser interessantes”, salienta Scalvi.

Participam das palestras 12 professores do Departamento de Física da Unesp, Instituto de Pesquisas Meteorológicas (IPMet) e da própria escola. Os encontros estão divididos em dois módulos com quatro palestras, as primeiras entre os meses de março e junho e as últimas entre agosto e novembro.

O primeiro tema abordado foi “Como o remédio que tomamos sabe o que tem que fazer?”, abordando o conhecimento interdisciplinar que envolve física, química, biologia e bioquímica para o desenvolvimento de um remédio e suas ações no organismo.

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