Tribuna do Leitor

RESPONDENDO À EMDURB

José Carlos Felix de Abreu
| Tempo de leitura: 1 min

Em primeiro lugar, a verdadeira indústria da vida é a natureza. Qual é a da Emdurb? Bauru está cheia de buracos, mato crescendo em plena via pública. Ao invés de recapeamento, fazem remendos que serão levados pelas próximas chuvas. Uma vez denunciei aqui, na Tribuna do Leitor. Havia uma passagem entre o Geisel e o Cruzeiro do Sul que fora levada pelas chuvas. E cada vez mais as águas vão solapando as margens do córrego “engolindo” as propriedades em volta. A Emdurb resolveu este problema? Quando os autores da carta publicada no dia 16/5 pp, receberem uma multa de trânsito, eu gostaria de estar perto para saber a reação deles.

Complementando o que eu escrevi anteriormente: onde o Código de Trânsito prever multa pecuniária, transformá-la em serviços comunitários. Ou seja, o sujeito que cometesse alguma infração de trânsito estaria obrigado a entregar cestas básicas para as entidades assistenciais; cuidar da manutenção de vias e praças públicas; prestar assistência em creches, asilos ou hospitais; se fosse professor ou especializado em alguma matéria, dar palestras em escolas ou associações de bairros. Servir ao semelhante, isto sim, é a verdadeira indústria da vida. Fosse assim, quero ver se alguém colocaria radarzinhos na cidade para pegar os condutores motoristas. Tudo isso interessa aos donos do poder? Claro que não. O Estado brasileiro é um Estado predador, voraz e faz qualquer negócio para sugar o contribuinte. (José Carlos Felix de Abreu - RG 9.914.647)

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