Regional

Lavrador desaparecido em Igaraçu é procurado pela irmã

Davi Venturino
| Tempo de leitura: 2 min

Igaraçu do Tietê - O lavrador Denilson Barbosa dos Santos, de 21 anos, está desaparecido há sete dias. Ele foi visto pela última vez na final da tarde de sexta-feira, na sua residência em Igaraçu do Tietê (a 71 quilômetros de Bauru).

Segundo Daniela Barbosa dos Santos, irmã do rapaz, a última pessoa que viu o lavrador foi a mãe, Cleide Barbosa dos Santos, que reside na casa vizinha à do filho. Santos foi visto pela última vez por volta das 19h de sexta-feira passada quando havia retornado da Usina da Barra, local em que foi buscar o equipamento e vestimentas de trabalho com sua motocicleta.

“Aí, ele pôs a motocicleta no quintal e entrou para dentro da casa para guardar as coisas. Então, ele voltou para fechar o portão. Minha mãe entrou para a casa dela. Demorou uns 5 minutos, minha mãe voltou à casa dele para conversar. Porém, não encontrou mais nem a moto, nem os dois capacetes e nem ele. E o portão estava aberto”, resume a irmã.

De acordo com Daniela, sua mãe disse não ter escutado nenhum barulho de motocicleta deixando o local. O veículo, uma Honda Titan, havia sido adquirido por Santos há poucos meses e não estava emplacado ainda. “O duro é que a moto tem apenas seis meses e não tem placa, é uma moto preta zero. Ele não tinha dinheiro para emplacar”, diz.

Santos ia começar a trabalhar como lavrador em um novo emprego, na Usina da Barra, no dia seguinte, no sábado. Na última vez em que foi visto, ele estava trajando uma calça jeans, camisa verde de manga curta, botas e carregava uma pochete.

“Ele é alto, moreno, olhos castanhos e cabelos encaracolados e castanhos”, descreve a irmã, que diz ter sido registrado um Boletim de Ocorrência (BO) sobre o desaparecimento que completa sete dias hoje. De acordo com Daniela, o irmão nunca dormiu na casa de ninguém e nunca ficou fora de casa por muito tempo. “Já procuramos em hospitais, no Instituto Médico Legal (IML) e nas redondezas e nada”, lamenta a irmã.

Santos morava sozinho e, assim como sua mãe, os vizinhos não teriam visto ou ouvido nada anormal no horário em que ele desapareceu.

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