Relâmpago de duplas
No BTC de campo, foi inaugurado no último sábado o “Quioscão”, localizado no conjunto de tênis João Fantin. Estiveram presentes, o presidente executivo Octacílio Garmes, Milton Simão, presidente do conselho deliberativo, o diretor de esportes Luiz Carlos Filho, entre outros diretores e conselheiros. Marcando a inauguração, foi organizado por Cláudio Sacomandi Filho e Angélica Gomes da Cunha o Torneio Relâmpago de duplas que teve como premiados: Grupo A - Rodrigo D’Alessandro e Antonio Coube, vice, Alessandro Souza da Silva e Waldir Antonio Gobbi. Grupo B - Marco Antonio de Oliveira e Marco Sérgio Kitamura, vice, Luis Gabos Álvares e Carlos Augusto Bonfim. Bonfim cedeu seu troféu como incentivo a Guilherme Almeida de Oliveira, que foi o único participante infantil e que acabou em 3º lugar do Grupo B. Após os jogos, foi servido um churrasco de confraternização, inaugurando também a moderna churrasqueira do “Quioscão”.
Última chance
O sueco Bjorn Borg, considerado um dos maiores tenistas de todos os tempos, participará da etapa brasileira do Tour of Champions. O circuito de seniores da Associação dos Tenistas Profissionais (ATP) acontecerá de 22 a 25 de novembro no ginásio do Ibirapuera em São Paulo. O circuito Tour of Champions é jogado apenas por ex-jogadores profissionais que foram no mínimo finalistas de Grand Slam, ex-número 1 do mundo ou ex-campeões de Copa Davis. O evento brasileiro terá a participação, além de Borg, de mais sete tenistas, divididos em dois grupos de quatro jogadores, em que todos jogam contra todos. (Fernando Meligeni também deverá participar, como convidado). Pentacampeão de Wimbledon e seis vezes campeão de Roland Garros, o sueco Bjorn Borg anunciou que a sua participação no Brasil será a penúltima exibição que fará, já que o último torneio desse circuito será jogado logo a seguir, em Londres, e a partir do ano que vem o sueco não mais participará de exibições. Portanto, para nós fãs de Borg, está será a última chance de assisti-lo ao vivo.
Há 10 anos
Teve início nesta semana mais um torneio Roland Garros. Há dez anos, os brasileiros (principalmente) e o mundo do tênis se surpreendeu com o catarinense Gustavo Kuerten (na época 66º do mundo), que com jeito alegre e jogando um tênis impressionante bateu vários favoritos e ex-campeões e venceu o Aberto da França pela 1ª vez. Depois, venceu mais duas vezes, em 2000 e 2001. Para nós brasileiros, nunca podíamos imaginar que pudéssemos ter um campeão de Grand Slam, quanto mais um tricampeão. Tivemos Maria Esther Bueno, que nos anos 60 foi campeã várias vezes em Wimbledon, e US Open, quando o tênis ainda era considerado amador. Depois do primeiro título de Guga, o tênis brasileiro viveu dias de êxtase, achando que o caminho para as “minas” havia sido descoberto. Puro engano. De lá para cá, nada mudou em termos de melhora no nível dos jogadores brasileiros. Acho até que é pior do que da época antes do Guga. No final da década de 70 e início de 80, chegamos a ter cinco, às vezes seis, jogadores diretos na chave principal. Neste ano, somente o gaúcho Marcos Daniel, o único dos sete brasileiros inscritos no ‘qualifyng’, acabou passando para a chave principal. No feminino, apenas Jenifer Wedjaja participou da fase qualificatória, mas não passou da 1ª rodada. Alguns podem dizer que os tempos eram outros e havia menos jogadores, mas também havia maiores dificuldades, menos torneios e patrocinadores.
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DICA
Cuidado com o pensamento: Eu posso vencer este jogo agora, basta ganhar este próximo ponto! É normalmente nesta hora que você começa a sentir medo (como se diz no meio tenístico: o jogador está com o braço preso, parece que está com um jornal debaixo do braço). Troque este pensamento por: cabeça erguida e olho na bola. Lembre-se de que você deve jogar do jeito que a bola está pedindo para ser golpeada. Aparentemente, é arriscado, mas o conduzirá a um futuro bem mais satisfatório. Caso contrário, você normalmente vencerá quem é para vencer (mais fracos que você) e perderá para quem é para perder (melhores que você), nunca vencerá um adversário bem mais forte, por não ousar.
CURIOSIDADE 1
O espanhol Rafael Nadal deu uma de fã e pediu a Roger Federer que autografasse e lhe desse sua camisa como lembrança do vice-campeonato no Masters Series de Hamburgo (ALE). Roger a assinou no vestiário. Os dois estavam muito contentes, revelou um amigo próximo de Nadal. A atitude do espanhol só provou que ambos mantêm rivalidade restrita às quadras.
CURIOSIDADE 2
Nesta semana teve início o 2º Grand Slam do ano, o Aberto da França: Roland Garros. E como curiosidades do torneio, aqui vão algumas: O público, nos 14 dias de torneio, consome cerca de 100 mil sanduíches. Já os tenistas bebem por volta de 48 mil litros de água e comem duas toneladas de massa. Os franceses são fanáticos por tênis, mas não vêem um campeão francês desde Yannick Noah (que na verdade é camaronês, naturalizado francês), em 1983. Antes dele, Henri Cochet em 1932.