Polícia

Investigação começou em outubro


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As investigações de roubo de combustíveis começaram em outubro do ano passado quando policiais civis do Deinter-4 suspeitaram da movimentação em um barracão em Bauru. Por este motivo, a megaoperação de ontem foi batizada de Operação Barracão.

Desde então, os acusados de integrar a quadrilha foram filmados, fotografados e acompanhados em suas transações. “Foi uma operação que exigiu o uso de técnica, inteligência e legislação por parte da Polícia Civil. Por esse motivo, o levantamento das provas durou alguns meses”, afirma Roberto de Mello Annibal, diretor do Deinter-4.

Ele convocou uma coletiva de imprensa para divulgar o resultado da operação. Um a um, os acusados foram colocados em uma sala para serem fotografados e apresentados pela polícia. Um dos acusados de liderar o grupo, Renato Vioto, morador de Bauru, preferiu não comentar o caso. Quando questionado sobre a prática de furto ou roubo, ele não quis se pronunciar.

Em avaliação preliminar, se forem condenados, cada integrante do grupo pode pegar 20 anos de prisão. Eles responderão inquérito pelos crimes de formação de quadrilha, roubo, furto, comunicação de falso crime, enriquecimento ilícito e uso de documentos falsos. Os 11 homens foram encaminhados à Cadeia Pública de Avaí. As três mulheres foram levadas para a Cadeia Pública de Dois Córregos. As investigações continuarão, já que o combustível era vendido para postos de gasolina da região. A polícia quer saber, agora, quem eram os receptadores. Também investigará se há conivência de motoristas e funcionários de distribuidoras de combustíveis da região.

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