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Anvisa libera uso de anestésico odontológico proibido em novembro

Folhapress
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São Paulo - A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) liberou o uso, a distribuição e a comercialização do anestésico Lidostesim 3% - líder de vendas no mercado odontológico. A decisão deve sair hoje no “Diário Oficial” da União.

O produto havia sido proibido em novembro do ano passado depois de a agência receber várias notificações sobre a ocorrência de efeitos adversos - como náusea, dor de cabeça, tontura e vômito.

Em dezembro, o anestésico foi apontado como suspeito pela morte de Mirela Cristina Santos, 3 anos, que sofreu convulsões e teve uma parada cardiorrespiratória após extrair um dente. A criança havia recebido óxido nitroso (gás anestésico) por inalação e quatro ampolas do anestésico Lidostesim.

O laudo necroscópico não encontrou vestígios do anestésico no corpo da menina. A decisão da Anvisa se apoiou no fato de os processos de fabricação do anestésico estarem de acordo com as normas vigentes.

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