Regional

Tático Rodoviário faz apreensão de cigarro e maconha em Lins

Rita de Cássia Cornélio
| Tempo de leitura: 2 min

O Tático Ostensivo Rodoviário do 2.º pelotão da cidade de Lins apreendeu ontem um coletivo ‘recheado’ de cigarros e maconha. O interior do veículo tinha somente quatro carreiras de bancos, o espaço restante era ocupado por 503 caixas de cigarros e 114 pacotes de maconha, funcionando como um baú. A prisão dos acusados foi feita pela Polícia Federal.

A abordagem aconteceu na rodovia SP 333, próximo do entroncamento com a rodovia Marechal Rondon, município de Guarantã, região de Lins, na tarde de terça-feira.

Ao entrar no coletivo, os integrantes do TOR ficaram surpresos com o que viram, um verdadeiro caminhão baú lotado com mercadorias contrabandeadas e drogas. Além do cigarro e maconha, o veículo transportava 17 fardos com eletroeletrônicos.

O coletivo partiu de Foz do Iguaçú com destino à cidade de Passos, no Estado de Minas Gerais, e era ocupado por três adultos e um adolescente, que supõe-se que seria a pessoa a assumir a propriedade da droga, numa eventual abordagem policial.

Os três acusados de tráfico e associação para o tráfico tiveram seus nomes preservados pela polícia, conforme dita a lei. O adolescente foi autuado por ato infracional e o caso será encaminhado para a Vara de Infância e Juventude.

Uma das maiores

As 503 caixas de cigarros encontradas no interior do veículo e no bagageiro foram avaliadas em R$ 88 mil. Já as três caixas de microsystem contendo 114 pacotes de maconha, num total de 97.800 gramas, estavam no banheiro do veículo e foram avaliadas em aproximadamente R$ 136 mil. Os valores somados aos dos eletroeletrônicos beiram R$ 140 mil e foi considerada uma das maiores dos últimos seis meses na região.

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Batedor

A carga do coletivo avaliada em cerca de R$ 140 mil estava com ‘batedor’, ou seja, um carro que acompanhava a viagem para manter a segurança do veículo.

O Fiat Marea, placas AMW 5600 de Curitiba, era ocupado por uma mulher que não teve seu nome divulgado, e seguia à frente do veículo. Porém, quando houve a abordagem policial, o coletivo sumiu da visão da ‘batedora’.

A mulher teria ligado no celular de um dos passageiros do coletivo. A ligação foi atendida por um policial que alegou que o veículo havia quebrado e que ela deveria retornar para ajudar arrumar um mecânico.

A mulher retornou e foi presa em flagrante por contrabando e descaminho, por ser a proprietária do cigarro e dos eletroeletrônicos.

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