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Leite ainda pressiona, mas inflação pelo IPCA-15 desacelera para 0,24%

Folhapress
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Rio - A inflação medida pelo IPCA-15 desacelerou de 0,29%, em junho, para 0,24%, em julho, informou ontem o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No ano, a prévia do índice oficial de preços acumula alta de 2,42% e nos últimos 12 meses, de 3,71%. A principal pressão nos preços coube ao grupo Alimentação e Bebidas. Com alta de 1%, o grupo foi responsável 88% do índice.

Dentro dele, pressionou mais o item leite e derivados, cujo aumento chegou a 9,25%, constituindo-se na maior contribuição individual do mês: 0,19 ponto percentual. O consumidor passou a pagar 14,43% mais do que pagava no mês de junho pelo leite pasteurizado. A alta do produto já chega a 33,57% no ano.

Em julho, o leite em pó ficou 6,68% mais caro e os preços dos queijos subiram 3,75%. Outros alimentos também ficaram mais caros, como feijão carioca, que teve alta de 10,97% e os ovos com aumento de 5,35%. Subiram, ainda, os preços do feijão preto (1,81%), pão francês (1,54%), óleo de soja (1,39%), carnes (1,17%) e frango (1,16%).

As contas de energia elétrica tiveram redução de 1,19% e ficaram com a mais forte contribuição negativa no mês (queda de 0,04 ponto percentual), assim como os combustíveis, também registraram queda de 0,04 ponto percentual de contribuição e redução de 0,84% nos preços.

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