• Com baldinho...
A pindaíba financeira da Emdurb é tão grande que o presidente Carlos Barbieri preferiu determinar que funcionários retirassem água acumulada no leito da quarta camada do aterro sanitário com balde a contratar uma empresa com máquina para “sugar” o líquido. A quarta camada no aterro sanitário é fundamental para que a cidade tenha onde depositar o lixo doméstico por pelo menos mais três anos.
• Que fase, hein!!!
Depois de enfrentar mais de uma crise seguida com problemas no rim, o presidente da Cohab-Bauru, Édison Bastos Gasparini Júnior, não pôde ir à sessão solene de aniversário da cidade ontem, no Legislativo, por nova complicação. Ele quebrou o pé ao cair de escada em seu condomínio. O tombo teria sido tão inesperado que Gasparini não teve tempo de pensar em uma saída.
• Acabou o clima
O vereador Futaro Sato (PDT) parece estar cada vez mais sem clima e mais perto de deixar o partido. Ontem, o presidente do diretório municipal da legenda, vereador Antonio Faria Neto, atacou duramente o “samurai”, apelido dado a Sato por defender a administração Tuga Angerami no Legislativo. Faria Neto tascou que o “colega” estava insatisfeito com o partido e que a recíproca é verdadeira.
• Ainda refletindo
A saída de Sato do PDT e sua eventual transferência para o DEM já chegou a ser dada como certa nos bastidores políticos, mas não teria se concretizado em virtude das indefinições no País sobre as questões ligadas à fidelidade partidária, um dos assuntos da reforma política discutida no Congresso nesta semana. Sato ainda estaria “refletindo” sobre o assunto.
• “Excrescência”
Assim o vereador Antonio Carlos Garmes (PSDB) classificou a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que pretende modificar a quantidade de vereadores nos legislativos do País. Caso seja aprovada, a composição da Câmara bauruense subiria dos atuais 15 para 23 parlamentares. “Isso é uma inominável excrescência e chega a ser imoral”, esbravejou o tucano.
• Representatividade
A manifestação de Garmes foi apoiada pelos parlamentares Arildo Lima Júnior (PP) e João Parreira (PSDB), que consideraram exagerada uma eventual mudança para 23 vereadores. O peemedebista Alex Gasparini (PMDB) discordou. Para ele, quanto mais vereadores, melhor para a democracia. “Quanto mais representatividade, mais opiniões teríamos para obtermos um consenso mais concreto nas decisões”, avaliou.
• Peças decorativas
O vereador Benedito da Silva (PSDB) reclamou ontem, sem citar nomes, do secretariado municipal. O tucano ressaltou ter a impressão que alguns secretários são figuras decorativas. “Às vezes, ligamos e eles nem sabem que você fez determinada solicitação. Enquanto isso, sabemos que alguns parlamentares conseguem resolver suas reivindicações com um simples telefonema”, criticou o tucano.
• Alex contesta
Benê também sugeriu existir certo privilégio dos secretários pelos vereadores da situação, que teriam suas solicitações atendidas mais rapidamente. O comentário foi negado pelo situacionista Alex Gasparini (PMDB). “Isso não é verdade, pois os oposicionistas também são atendidos”, rechaçou.