Regional

Alvorada da Barra terá luz nas ruas

Da Redação
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Botucatu - A implantação de iluminação pública em mais um trecho do loteamento Alvorada da Barra em Botucatu (100 quilômetros de Bauru) será feita pela Companhia Paulista de Força e Luz (CPFL). A melhoria em parte das ruas do bairro foi anunciada no último domingo. Na nova etapa serão beneficiadas as ruas 34, 35, 36, 37 e 38. A Companhia Paulista de Força e Luz irá investir em torno de R$ 80.000,00 e a administração municipal aproximadamente R$ 30.000,00.

O loteamento passará a ser atendido com 100% de energia e iluminação pública com a rede elétrica incorporada, segundo o engenheiro eletricista da Secretaria Municipal de Planejamento, João Roberto Diogo, que colaborou com as negociações entre a prefeitura e CPFL. “A CPFL fará investimento de capitalização da atual rede, reforma e ampliação. Já a prefeitura irá providenciar a colocação de braços de iluminação pública”, explica Diogo.

Esta é a segunda etapa de investimento na rede elétrica do loteamento. Em 2004, foram colocados 144 postes, 20 transformadores e toda fiação necessária. Foram beneficiadas 62 moradias, inclusive as que estavam ainda no alicerce. A obra total custou aproximadamente R$ 150 mil para os cofres públicos e CPFL.

A companhia vai incorporar a atual rede energia, até então propriedade dos moradores. “A CPFL não faz este trabalho em qualquer lugar, mas devido à grande necessidade dos moradores e da seriedade do trabalho que o Orçamento Participativo (OP) vem desenvolvendo ao longo destes últimos anos, a Companhia aceitou firmar parceria para esta obra fosse realizada”, ressalta o vice-prefeito, Valdemar Pereira de Pinho, que representou o prefeito Antonio Mário Ielo.

Para o gerente de contas da CPFL, José Roberto Andrade, o papel dos moradores foi fundamental. “Venho acompanhando o trabalho do OP durante estes anos e acho um processo de participação popular muito importante, em que se trabalha a base da sociedade. É um prazer ajudar a prefeitura a resolver um problema como este, que para nós, acima de tudo, é um problema social”, afirma Andrade.

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