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Fechamento do PS volta a ser debatido em reunião

Tisa Moraes
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Em reunião realizada ontem à noite no Centro Regional de Referência em Saúde do Trabalhador (Cerest) “Dr David Capistrano da Costa Filho”, a coordenadora do Conselho Gestor do Pronto-Socorro Central (PSC), Rosemary Lopes de Moura, voltou a sugerir o fechamento da unidade. A reunião, realizada mensalmente pelo Conselho Municipal de Saúde, contou com a presença de representantes de todas as unidades de saúde da cidade.

Segundo Rosemary, o PSC enfrenta problemas estruturais básicos como falta de macas, colchonetes e cadeiras de roda. A sugestão da coordenadora é que o PSC seja fechado temporariamente. A idéia é descentralizar os serviços de pronto-atendimento do PSC, transferindo-os para as unidades básicas da Vila Ipiranga, Mary Dota, Bela Vista e Núcleo Geisel, que passariam a funcionar 24 horas. Os funcionários do PSC também seriam transferidos para essas unidades.

O coordenador do Conselho Municipal de Saúde, Cláudio da Silva Gomes, discorda da proposta argumentando que o modelo de saúde de Bauru ainda está calcado no PSC. “Não há como essa idéia prosperar neste momento. Fechar o PSC não é a saída. Seria interessante ampliar o atendimento de urgência e emergência em hospitais como o Hospital de Base e o Hospital Estadual”, avalia.

Já o secretário municipal de Saúde, Mário Ramos, avaliou que os municípios têm sido sobrecarregados com a diminuição cada vez maior do papel do estado e do governo federal quanto à saúde e afirmou que a solução para os problemas do PSC não é o fechamento.

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