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2.500 fiéis participam de caminhada contra aborto

Thatiza Curuci
| Tempo de leitura: 2 min

Adultos, crianças, adolescentes e idosos com faixas e bexigas nas mãos e um ideal em comum: preservar a família. Cerca de 2.500 pessoas, segundo estimativa da Polícia Militar, percorreram as sete quadras do Calçadão da Batista de Carvalho, ontem de manhã, em mais uma edição da Caminhada da Família, em Bauru. O evento da igreja católica marcou a abertura da Semana Nacional, que leva o mesmo nome.

No desenho dos cartazes, imagens de fetos que foram vítimas de aborto. “Somos contra o aborto e a favor da vida”, disse o bispo dom Luiz Antônio Guedes, que estava em meio aos fiéis na caminhada. As 25 paróquias de Bauru participaram da atividade.

Edinéia de Freitas Almeida Rocha participa do evento há 25 anos. Desta vez, ela carregou um cesto com pães. “O pão representa a vida e a partilha”, explicou. O casal de jovens Thalizia Bonadio, 14 anos, e Sérgio Júnior, 19 anos, também participou da caminhada. Ela, freqüentadora da igreja há três anos, convidou-o para participar, pela primeira vez, do ato. “Aceitei porque é um assunto que vale a pena ser discutido. Precisamos preservar a família”, disse o rapaz.

A animação da caminhada foi comandada pelo monsenhor Almir Cogiola, assessor da Pastoral Familiar na Diocese, que conduziu orações e músicas. As bexigas, nas cores branco e preto, simbolizaram o “sim” e o “não” à morte pelo aborto, respectivamente. Em frente à Catedral do Divino Espírito Santo, o bispo e os padres presentes deram a bênção às famílias.

Durante a semana, as paróquias terão programação voltada para a Semana da Família.

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Trabalho infantil

Crianças da Escola Municipal Tereza Tarzia, localizada no Bauru 2000, fizeram ontem de manhã uma passeata pelas ruas do bairro contra o trabalho infantil. Ontem foi comemorado o Dia do Estudante. O grupo de alunos saiu da escola, que fica na rua Antônio Montebugnoli, na quadra 6.

Com cartazes nas mãos, as crianças convocavam os moradores para saírem de suas casas. Entregaram panfletos feitos por elas mesmas, informando sobre a ilegalidade do trabalho infantil.

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