Um pirata (do grego pe??at??, derivado de pe?\”tentar, assaltar\”, pelo latim e italiano pirata) é um marginal que, de forma autônoma ou organizado em grupos, cruza os mares só com o fito de promover saques e pilhagem a navios e a cidades para obter riquezas e poder. O estereótipo mais conhecido do pirata se refere aos piratas do Caribe e cuja época áurea ocorreu, principalmente, entre os séculos XVI e XVIII. Atualmente, o termo é utilizado para se referir à cópia não-autorizada e à distribuição ilegal de material sob direito autoral, especialmente música, imagem, vestuário e software (warez).
Quando chegou a Calecute, Vasco da Gama atacou três embarcações e fez diversos reféns, provocando assim a autoridade de Calecute. Calecute respondeu e perseguiu os navios portugueses. Contudo, Vasco da Gama fez uma ação de represálias, e ao cruzar com a primeira esquadra, a atacou. Antes de regressar, a frota portuguesa foi atacada por um importante corso e pirata, Timoji, que foi repelido de imediato, e mais tarde veio a prestar grandes serviços aos portugueses. Para além desses violentos acontecimentos, os navegadores portugueses praticariam outros violentos e cruéis atos de corso no Oriente.
Para oriente da costa do Coromandel, nomeadamente no Golfo de Bengala e no mar da China, onde o território marítimo era mais difícil de controlar, existiram vários piratas, que eram, na sua maioria, portugueses. Estes “fora da lei” eram foragidos, desertores e renegados. No Golfo de Bengala, em Dianga, existia uma comunidade corsária instalada em 1540, que era principalmente constituída por portugueses. Entretanto, o governador de Goa começou a se sentir ameaçado por esta comunidade. Então, fez um ataque onde matou 600 e expulsou os restantes. No entanto, ela só veio a ser definitivamente exterminada em 1666. Além desta comunidade, ainda atuavam no extremo oriente corsos-mercadores portugueses, de onde se destacou António de Faria, mas também existiam salteadores nativos. Sabe-se que existiram muitos mais aventureiros do género na zona. No entanto, não existiam narradores para testemunhar as histórias, sendo o principal narrador Fernão Mendes Pinto.
Talvez seja um ranço de nossos antepassados, mas quem mais se apropria indevidamente de nosso suor é o governo e com mais intensidade. São tantas as barbáries que não preciso citar, apenas afirmar que pirata é o poder de nossos dirigentes, que no embalo levam as produtoras a cometerem os mesmos crimes, pois que eu saiba um CD ou DVD virgem, custa centavos e o custo de produção alguém sabe? Você quer acabar com a pirataria? Nas próximas eleições, não jogue seu voto no lixo. Pense, conheça, saiba... São sempre os mesmos piratas. Será que o seu voto sempre para o mesmo candidato está fazendo a diferença?
Newton de Campos Mello Filho