Procurado pela reportagem do JC, o presidente do Sindicato do Comércio Varejista (Sincomércio) de Bauru, Wallace Sampaio, disse não ter condições de manifestar-se sobre o assunto porque só havia tomado conhecimento do projeto naquele momento através do jornal.
No entanto, Sampaio adiantou que a proibição de utilização de capacetes, gorros e acessórios afins já é norma adotada em postos de combustíveis, independentemente de existência de lei reguladora, e que desconhece reclamações de comerciantes sobre a questão.
“Não me lembro de ter visto algum dia pessoas andando de capacete no interior de lojas. É uma prática que, se ocorre, nunca vi. Também não tenho conhecimento de reclamações de comerciantes sobre problemas gerados por tais hábitos. O que tomei conhecimento foram os problemas específicos dos postos de combustíveis. Acho que alguém entrar de capacete em uma loja chama muito a atenção e, realmente, não tenho conhecimento de reclamação nesse sentido”, salientou Sampaio.
O presidente da entidade demonstrou preocupação, ainda, com a necessidade de instalação de mais uma placa orientativa. “Já temos inúmeras placas que são obrigatórias de serem colocadas dentro dos estabelecimentos, como as do Procon, Receita Federal e do cupom fiscal. Com mais uma, não sei se atrapalharia, mas não dá para analisar sem vermos o projeto de lei e discutirmos com a diretoria”, frisou.