Internacional

Fidel rejeita abertura ‘neoliberal’ na ilha

Folhapress
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Havana - Em artigo publicado ontem no jornal oficial “Granma”, o ditador cubano Fidel Castro rejeitou mudanças “neoliberais” para a ilha, rejeitando especulações sobre possíveis reformas econômicas.

No texto, Fidel qualifica os proponentes de maior abertura econômica de “super-revolucionários de extrema esquerda” e defende a linha tradicional de centralização econômica de Cuba.

As afirmações contrastam com reformas que tem sido defendidas, de forma cautelosa, pelo irmão de Fidel, Raúl Castro, que assumiu interinamente a Presidência de Cuba em julho de 2006, quando Fidel se afastou por problemas de saúde.

Em julho último, Raúl defendeu “mudanças estruturais no país” e a atração de investimentos externos, além de oferecer um canal de diálogo para o presidente que suceder George W. Bush na Casa Branca.

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