Ser

Minha história: Pai... Saudade eterna


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É nau sem rumo... sem prumo!

Como lutamos...

E como sofremos!

Vazio imenso...

Solidão intensa.

Que deserto!

Até que encontrei... “O Pai dos órfãos” (Sl. 68:5), nosso Pai Celestial, que transforma o deserto em oásis e a terra seca em manancial das águas...

O Deus do Impossível!

Ele me acolheu

Fez morada em mim

Curou minhas feridas

E enxugou todas as minhas lágrimas, quando disse:

“Quando teu pai e tua mãe te desampararem Eu te acolherei.” (Sl. 27:10)

Teresinha Dotti do Prado

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