Jaú – A Prefeitura de Jaú (47 quilômetros de Bauru) precisa de licença ambiental e de R$ 4 milhões para levar adiante o projeto de construção do aterro sanitário.
Para resolver o problema de recursos, a prefeitura não descarta a possibilidade de buscar financiamento junto ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e já acionou o deputado federal José Paulo Tóffano (PV), que já teria recebido cópia do projeto para que ele tente viabilizar, junto aos órgãos federais, parte dos recursos. Sozinha, a prefeituta não teria como arcar com a obra.
Já em relação à licença ambiental, vários procedimentos foram adotados. No início deste mês, o Departamento Estadual de Proteção dos Recursos Naturais (DEPRN) de Bauru solicitou à prefeitura que providencie os itens pendentes para que seja emitida a licença de instalação do aterro sanitário.
O pedido foi feito pela Prefeitura de Jaú em julho deste ano junto à Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental (Cetesb) de Bauru.
O maior problema, porém, segundo a Prefeitura Municipal, é a falta de recursos. A primeira etapa do projeto custará R$ 1,5 milhão aos cofres públicos, segundo iniciativas preliminares.
Área definida
A área desapropriada pela prefeitura para instalação do novo aterro sanitário da cidade está situada na margem esquerda da Rodovia Engenheiro Paulo Nilo Romano, sentido Jaú-Brotas, nas proximidades da Destilaria Grizzo.
A empresa responsável pela elaboração do projeto é a Fundação para o Incremento da Pesquisa e do Aperfeiçoamento Industrial (Fipai), de São Carlos. O custo do projeto é de R$ 67.530,00.
Segundo a assessoria de imprensa da prefeitura, esse valor está sendo pago de acordo com as etapas estabelecidas no contrato, sendo que a última parcela será efetuada quando da aprovação final do projeto nos órgãos ambientais competentes.