São Paulo - Um novo plano para a malha aérea nacional foi protocolado ontem pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) no Conselho Nacional de Aviação (Conac). Ontem era o último dia do prazo concedido pelo Conselho para a elaboração do documento.
Parte das propostas são portarias publicadas anteriormente pela Anac que ainda não estão em vigor. Entre elas estão a que proíbe o aeroporto de Congonhas (zona sul de São Paulo) de ter vôos com raio superior a 1.000 quilômetros; a que proíbe conexões ou escalas; e a que reduz para 33 o número de movimentos por hora para a aviação regular - no começo do ano, antes da reforma da pista principal, eram 48.
De acordo com a Anac, agora, o plano será analisado pelo Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea), da Aeronáutica, e pela Infraero (estatal que administra os aeroportos do País). Se aprovado, ele será implementado após um intervalo de 15 dias.
Conforme a Anac, caso seja oficialmente implementado nos moldes em que foi apresentado, o plano reduzirá o fluxo de passageiros. “Se todas as companhias aéreas operarem com a totalidade de seus assentos vendidos - o que não ocorre normalmente - Congonhas terá 4.700 passageiros/hora, número inferior à sua capacidade que é de 5.100”, afirma.