A propósito da matéria “Doente mental em crise demora três semanas para ser atendido”, publicada no dia 8 de setembro neste jornal, o CRP-SP reitera sua posição de que é contra qualquer tipo de internação em hospitais psiquiátricos e defende a possibilidade de acolhimento de pessoas em situação de crise, garantindo-lhes o caráter dos serviços abertos e o processo de acompanhamento dos usuários nos projetos terapêuticos individualizados desenvolvidos nesses serviços.
A conselheira Elisa Zaneratto Rosa também não reconhece o termo “doente “ colocado nas aspas de sua fala. Ela sempre se refere a essas pessoas como “usuários” ou “pessoas com sofrimento psíquico intenso”, buscando combater a relação cultural e historicamente estabelecida entre loucura e doença mental.
Assessoria de Imprensa do Conselho Regional de Psicologia de São Paulo