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Quinteto em Branco e Preto revê trajetória na TV Cultura

Por Raquel Cozer | Folhapress
| Tempo de leitura: 1 min

O Quinteto em Branco e Preto foi Café-com-Leite por dois anos. No nome, mesmo (“Porque a gente era tudo garotinho, crioulinho, branquinho”, como lembra o pandeirista Magnu Sousá), mas teve de mudar porque já havia outro grupo batizado daquele jeito. Isso foi há uma década, e os rapazes continuam incensados como a nova geração do samba.

No “Ensaio” que a TV Cultura exibe hoje, às 21h, Magnu e seu irmão Maurílio Oliveira (cavaquinho), junto com os irmãos Pessoa (Everson, no violão, Ivison, na percussão, e Vitor, no surdo), contam sua trajetória e cantam sambas próprios e de mestres que os influenciaram. Os afilhados de Beth Carvalho lembram a participação em duas importantes rodas de samba de São Paulo, o Samba da Vela (“...daí surgiu a idéia de pôr uma vela para controlar o tempo e mandar as pessoas pra casa, né, com gentileza”, conta Magnu) e o Berço do Samba de São Mateus (é de Ivison e Everson aquele que diz “Eu fui criado em berço de samba em São Mateus/ Reduto abençoado por Deus...”).

E, enquanto fazem o próprio caminho entre os grandes do gênero, reverenciam outras gerações do Rio e de São Paulo, interpretando de “Chega de Demanda”, de Cartola, a um pot-pourri de composições de velhas-guardas paulistanas.

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