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Déficit de vigias é antigo

Luiz Galano
| Tempo de leitura: 1 min

O Caiczinho não é a única escola que sofreu vandalismo neste ano. A Emei Isaac Portal Roldan chegou a ficar uma semana sem aula no início do mês. Na época, a secretária municipal de Educação, Ana Maria Daibem, admitiu que um grande número de instituições sofria com esse mesmo problema. Ela citou também que enviou documento ao Gabinete do prefeito informando os casos, obtendo como resposta a implantação de novas estratégias para enfrentar a questão. O que não teria ocorrido até agora.

A diretora do Sindicato dos Servidores Municipais (Sinserm), Idelma Cristina de Alcântara Corral, destaca que no início da atual gestão municipal existia um déficit de 100 vigias nos quadros. “Com certeza essa carência é ainda maior hoje, porque muitos daqueles que estavam na ativa se aposentaram, outros foram afastados e o prazo do último concurso expirou sem que ninguém fosse convocado”, revela.

Segundo a assessoria de imprensa da prefeitura, todas as unidades escolares possuem monitoramento por alarme e com sistema de ronda programada para as unidades que não contam com vigia.

A intenção da gestão é abrir processo licitatório para aperfeiçoar o sistema de monitoramento por alarme. Outra possibilidade que está em discussão é a ampliação do sistema de ronda programada.

De acordo com dados oficiais, a prefeitura conta com aproximadamente 250 vigias que atuam em 140 prédios, com prioridade para locais com maior quantidade de equipamentos. O último concurso foi realizado no início de 2004, sem previsão para a realização de um novo processo de seleção.

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