Auto Mercado

Notas 4


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• Excessivamente exclusivo

Carros artesanais sempre são valorizados e admirados no mercado por seus teores exclusivistas. Mas isso não foi capaz de sustentar a Marcos Engineering. Fundada em 1959 e voltada para a fabricação de cupês esportivos, a fabricante inglesa vai encerrar as atividades assim que terminar as últimas entregas dos modelos TSO e GT. Segundo comunicado de Tony Stelliga, que comprou a empresa em 2002 - depois de a Marcos ter aberto processo de falência em 2000 -, a montadora não conseguiu gerar lucros, tampouco reduzir custos.

• Investimentos à vista

O crescimento notável de quase 30%, acumulado pela indústria brasileira de caminhões leves e pesados em 2007 começou a produzir reflexos nos planos das montadoras do setor. A Ford confirmou a injeção de R$ 300 milhões nos próximos quatro anos para a ampliação de novas linhas de caminhões. E o investimento já surtirá efeito nos próximos seis meses, quando a marca lançará três novos modelos no Brasil. “Está em nossos planos produzir caminhões extra-pesados e semi-leves, nicho onde não atuamos no momento”, adianta Oswaldo Jardim, diretor de Operação Caminhões América do Sul.

Com dez anos de Brasil, a Iveco tem hoje participação pequena no mercado de caminhões, com apenas 6,04% e vai em busca de espaço. A marca italiana anunciou que vai aplicar R$ 375 milhões de 2008 a 2010 para ampliação das unidades na América Latina. E segundo Luigi Vicarioli, diretor do Marketing e Vendas da Iveco, o Brasil receberá 99% do total, com R$ 11 milhões reservados para a planta da marca em Sete Lagoas, Minas Gerais. O investimento transferirá da unidade de Córdoba, na Argentina, para cá a produção das cabines de caminhões pesados da linha Stralis, o que promete agilizar a produção na fábrica mineira. E a Iveco ainda lançará duas novas famílias de produtos por ano, de acordo com Vicarioli.

• Touro indomável

A linha Marruá, da Agrale, cresceu. A montadora brasileira apresentou na Fenatran 2007 as versões AM 200 e AM 200 cabine dupla da pick-up. Ambas possuem Peso Bruto Total de 4,3 toneladas e se unem à linha de utilitários 4X4 da marca, que já conta com os modelos AM 100 e AM 150.

Ao mesmo tempo, a linha 2008 do Marruá incorporou algumas discretas novidades estéticas. O quadro de instrumentos foi reestilizado. Ainda no habitáculo, novas forrações internas das portas, porta-objetos e novo sistema de ventilação. Por fora, os veículos ganharam faróis em policarbonato e novo capô.

Os motores permanecem os mesmos MWM Sprint 4.07 TCE de quatro cilindros. Ele gera uma potência de 140 cv a 3.500 rpm e um torque máximo de 39,1 kgfm entre 1.800 a 2 mil rotações.

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