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Como você avalia a possibilidade de transformação das penitenciárias 1 e 2 em regime semi-aberto? As conseqüências serão boas ou ruins para a cidade?

“A questão precisa ser melhor avaliada em virtude dos detentos de alta periculosidade. Essa mudança pode trazer grandes conseqüências para a vida da cidade” - Renato Ferrari, 28 anos, auxiliar de tesouraria.

“Não concordo. Acho que as penitenciárias deveriam continuar em regime fechado. Com o semi-aberto os presos podem cometer outros crimes mais facilmente e trazer problemas a cidade” - Adriele Omara, 17 anos, estudante.

“É péssimo. Do meu ponto de vista, os cidadãos não vão saber qual o tipo de pessoa com quem estão lidando. Não são todos perigosos, mas como saber quem é? A população vai correr mais riscos” - Gilsa Maria Ferreira, 32 anos, técnica em informática.

“Acho que nem penitenciária tão próxima à cidade deveria haver. Os indultos já são problemáticos, imagine o semi-aberto! Muitos presos vão aprontar durante o dia e a violência vai aumentar” - Célia Regina Santos Kene, 39 anos, secretária.

“Sou contra. O sistema prisional já funciona mal, não promove a recuperação do detento e, muitas vezes, ainda ajuda a piorar o problema. Se não há reintegração social, não adianta dar a liberdade durante o dia. Outra, não há uma cultura de acolhimento para essas pessoas por parte da sociedade” - Nelson Moreno, 61 anos, médico.

“Essa transformação é prejudicial para a cidade pela maior proximidade com os criminosos. Há que se pensar que junto com os presos também virão as famílias e uma má estruturação que refletirá em diversos aspectos sociais” - Nelson Ono, 52 anos, bancário.

“Pode influenciar na segurança de toda a região. Presídios são barris de pólvora! Em Garça, através da conta de água, foi feito um plebiscito e o presídio que era para ser construído lá foi transferido para Álvaro de Carvalho. A população têm que opinar. Alguns vão defender que o trabalho vai aumentar, outros que vai haver mais insegurança” - João Juliati, 49 anos, autônomo.

“Péssimo por “n” fatores. Ouvi falar até em competição desigual na disputa de empregos. Acho que o índice de criminalidade vai subir, já que você pode perceber isso com os indultos. A estrutura precisa ser aprimorada e a administração precisa ser melhor, antes do semi-aberto ser implantado” - Francisco Alberto Franco de Bernardes, 43 anos, comerciante.

“Não concordo. Porque essa mistura entre preso e sociedade pode trazer mais violência para a cidade” - Elpídio Gomes de Souza, 80 anos, aposentado.

“Por um lado é bom, já que pode ajudar a melhorar o sistema carcerário. Por outro pode deixar o crime mais evidente” - Gabriela Toloy, 19 anos, faturista e estudante.

“Sou totalmente contra. Já chega os bandidos soltos! A criminalidade vai aumentar” - Osvaldo Santos Souza, 70 anos, relações públicas.

“Não vai ser bom para a cidade. Se está preso é porque fez algo errado. É injusto com a população” - Arthur de Souza, 21 anos, técnico em informática.

“Bom e ruim. São dois lados. Para população, a violência pode ser agravada. Por outro lado, talvez os funcionários das penitenciárias lidem com pessoas menos perigosas, correndo menos riscos” - Lidiane Techi Segundo, 23 anos, bancária.

“Existe dois lados. Essa medida pode ajudar as famílias dos detentos, mas para a população em si a situação se complica. Você sabe, nem todos são confiáveis e podem ser colocados na rua” - Wendel Nicolau, 30 anos, autônomo.

“Sou contra. Não vai trazer qualquer benfeitoria para a cidade, já que as saídas em datas comemorativas apresentam problemas. Muitos não vão retornar e a violência vai aumentar” - José Roberto Gomes de Oliveira, 42 anos, planejador de produção.

“É uma má iniciativa para a cidade. Vai ser difícil controlar essas pessoas, já que vemos a experiência do indulto dando errado muitas vezes. A segurança da população vai ficar prejudicada” - Roberto Rondon, 53 anos, autônomo.

“A medida vai ser favorável. Será uma nova oportunidade, o que ajudaria na ressocialização dos internos e poderia refletir positivamente na sociedade” - Rodrigo Luís da Silva, 27 anos, vendedor.

“Não acho bom porque a liberdade dos cidadãos vai diminuir por medo da criminalidade. Já nos sentimos acuados” - Gisele Kalil da Fonseca Figueiredo, 42 anos, caixa.

“Vai ficar pior. No semi-aberto, os internos vão conviver com cidadãos e poderão disputar desigualmente o mercado de trabalho. Violência pode aumentar” - Vinícius Amador, 30 anos, bancário.

“Não acho bom. Se está preso é porque é culpado de algo, se sair pode cometer novos crimes. A cidade pode ficar mais violenta” - David Fonseca, 28 anos, decorador de eventos.

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