Economia & Negócios

Planos variam segundo perfil do investidor

Lucien Luiz
| Tempo de leitura: 1 min

Os planos de contrato de Previdência Privada contemplam diversas necessidades. De acordo com a gerente Elaine Paula Souza, a modalidade Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL) corresponde a 90% dos contratos. Esse plano equivale a um seguro de vida que, em caso de morte do beneficiário, a família receberá o dinheiro. Muita gente opta por esse modelo para garantir a faculdade dos filhos.

A outra opção é o Plano Gerador de Benefício Livre (PGBL), que funciona como um fundo de investimento comum. O cliente pode abater até 12% das contribuições feitas sobre a renda bruta anual completa do Imposto de Renda.

Em Bauru, de acordo com Souza, a faixa etária que mais investe em Previdência Privada é a compreendida entre 40 e 60 anos, com destaque para empresários que visam ganho de capital e aposentados que buscam o planejamento de herança.

Uma mulher de 28 anos consultada pela reportagem - que preferiu não ter seu nome divulgado - conta que paga plano de Previdência Privada há 22 meses pelo sistema VGBL. A idéia é não perder poder aquisitivo na aposentadoria.

“Poupo em torno de R$ 100,00 por mês, porque sei que se eu depender apenas da Previdência pública no futuro, minha renda vai cair muito. Estabeleci a meta de receber R$ 1.500,00 por mês, além do dinheiro da aposentadoria, quando eu atingir os 55 anos de idade.”

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