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GNT confronta famosas e anônimas na série ‘Mulheres Possíveis’

Folhapress
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A atriz Ingrid Guimarães (“Sob Nova Direção”) caminha na contramão dos programas em que desconhecidos fazem qualquer negócio para serem famosos em “Mulheres Possíveis”, que o GNT exibe desde a semana passada, em 13 episódios sempre aos sábados às 21h30.

Sua tese é uma só: a de que todas, celebridades ou não, têm no fundo as mesmas questões, dúvidas e desejos semelhantes, medos e convicções parecidos. A série começou com a cantora Maria Rita e a fotógrafa Masi Torres (reprise hoje, às 23h30) e segue com a atriz Irene Ravache e a gari Isabel Vieira Peregrino (sábado, às 21h30).

A cada episódio, reunirá uma artista e uma anônima em torno de um tema: privacidade foi o primeiro; vaidade, o segundo (o próximo, em 10 de novembro, será amizade). No programa de sábado, Ingrid Guimarães confronta a falta de preocupação da atriz com o visual à dedicação da gari - uma compra camisetas básicas iguais para não ter o trabalho de escolher, não freqüenta academia e não usa protetor solar; a outra escova os cabelos na noite anterior e acorda às 3h40 da madrugada para se maquiar.

Para terminar, as três encenam um esquete. “O grande barato é ver como as duas se comportam. E as desconhecidas têm a oportunidade de perceber os problemas pelos quais as atrizes, cantoras e outras famosas passam”, diz a agora apresentadora.

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