Tribuna do Leitor

Prof. Horácio (pescador)


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Deixei passar propositadamente uns dias após sua apresentação oficial ao Senhor para também contar como “acho que sou a mais nova amiga” do sr. Horácio.

Apesar de ter a ousadia de chamá-lo de amigo, nunca consegui interpelá-lo pelo nome, sempre que o fazia dizia seu Horácio (embora acho que tínhamos a mesma idade). Tudo isso no meu íntimo veio pela confirmação dos vários depoimentos neste seleto jornal. Sr. Horácio (pescador), seus alunos, amigos acham que chegou ao céu o “teacher” recheado de todas as qualidades possíveis como educador? Eles têm razão, mas chegou uma pessoa especialíssima para os moradores permanentes do rio Tietê (tilápias, bagres, traíras etc...), eles também estão tristes pois não aparecerá por lá o maior tratador deles, pois nesta arte era pura hora de lazer e relaxamento porque pescar que é bom, o senhor não era bom.

Que pena não deu de contar ao senhor que o Ailton pegou um pacu de seis quilos (não é estória de pescador, foi num pesque e pague). Mas em breve, em vossa homenagem, vamos saboreá-lo, juntamente com Luís, Laércio, Bernadete, filhas e genros.

Senhor Horácio, aqui vai um pedido meu: já que o senhor aqui na vida terrena de pescaria não entendia muito, ajude a arrebanhar meus catequisandos. Peço-lhe, grande amigo; que pouco curti; seja meu pescador de almas.

Conto com o senhor para mais esta empreitada, que com certeza tiraremos de “letra”, graças à vossa intervenção.

Claire Terezinha Rodrigues Nunes - Macatuba

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