Finalmente alguém acertou as seis dezenas. Parece até programado, vão só acumulando os valores e pimba, um feliz e anônimo sortudo acerta em cheio. Às vezes lá em Rondônia ou no Mato Grosso, de vez em quando aqui no Sul, mas sempre com alguma história estranha. O patrão que levou a grana do empregado ou um grupo de amigos que fez um bolão e não dividiu direito, ou ainda empresários que nunca jogaram e justo na primeira vez acertam (ocorreu em Bauru?). Mas a questão principal é: quem são estas pessoas? Por que não tem seus nomes revelados? Se é pela segurança, devia estar no regulamento no verso dos volantes.
O Silvio Santos sorteia muitos prêmios milionários e divulga seus felizardos. Este ano todo o Brasil conheceu o vencedor do BBB, que ganhou um R$ 1 milhão. Qualquer promoção de loja ou instituição divulga seus ganhadores. É justo, pois todos os concorrentes ficam sabendo para quem foi o prêmio (parece-me que é de lei), até o boteco da esquina deixa visível para todo mundo ver quem ganhou na rifa do frango. Acho que algum poder constituído deveria pedir a relação dos ganhadores dos principais prêmios da CEF e divulgar. Ora, eu, como apostador, gostaria de saber para onde foi meu dinheiro e de milhões de brasileiros.
Mais uma coisa: por que eu tenho que pagar de novo quando acumula se ninguém acerta? O bilhete devia continuar valendo. Será que alguém vai se manifestar? E desta vez parece que é de São Paulo, tomara que seja um parente seu, caro leitor, assim quem sabe você me fale quem é.
Luiz Bessi