Relâmpago do BTC
No último sábado, foi realizado no BTC (cidade) um torneio relâmpago de duplas reunindo tenistas das mais diversas categorias e idades comemorando as festas de final de ano. Julio Góes (ex-profissional, de férias em Bauru), André Cury (melhor bauruense em atividade) e Pedro Scocuglia (uma das esperanças bauruenses) marcaram presença. Roger Guedes (também ex-profissional) não jogou, mas participou do almoço de confraternização. Depois de muitos jogos e total descontração dos jogadores, os vencedores foram: campeões: Paulo Abelha (Caju) e Tadashi Miyahara, vice André Cury e José Carlos Pernambuco. Pedro Scocuglia/ Hanna Saab e Reinaldo Janson/José G. Ranieri (Branco), ficaram na semifinal.
Mais uma vez de fora
Como já era esperado nenhum brasileiro estará na chave de simples do primeiro Grand Slam de 2008, Australian Open, que começa no dia 14 de fevereiro. Na semana que passou, foi divulgada a lista dos tenistas que irão disputar o ‘qualifying’ e nenhum brasileiro estará presente. Marcos Daniel (118º do mundo), Flávio Saretta (188º), Julio Silva (193º), Franco Ferreiro (234º) e Ricardo Mello (256º), eram os únicos que poderiam jogar o qualifyng, já que, não tinham ranking para a chave principal, mas optaram por não participar. Esse é o terceiro Grand Slam seguido que o Brasil não coloca representantes na chave principal. Em 2007, tivemos apenas Marcos Daniel na chave de simples de Roland Garros, nos outros três, Austrália, Wimbledon, US Open, ninguém.
Manipulação, mais punições
A Associação dos Tenistas Profissionais confirmou, no último sábado, punição para mais dois jogadores italianos, sobre apostas em jogos: Potito Starace e Danieli Bracciali. Atual número 1 da Itália e 31º do mundo, Starace foi suspenso por seis semanas e com multa de 20 mil dólares. O tenista apostou 90 euros em partidas. Bracciali, ex-top 100, pegou uma pena maior, ficará fora por três meses. Bracciali fez ao todo 50 apostas de cinco euros. Nenhum deles apostou em torneios que participavam.
Pesquisa
Em recente pesquisa realizada com internautas no site tenisbrasil, os números mostraram que: Roger Federer (SUI) é o melhor tenista da temporada. Novak Djokovic (Servia), o melhor coadjuvante. A final de Wimbledon, entre Federer e Rafael Nadal (ESP) foi o melhor jogo do ano. Wimbledon foi escolhido como o melhor torneio. O argentino Gaston Gáudio foi a maior decepção. As duas derrotas de Federer para o argentino Guillermo Cañas, a maior surpresa. Os escândalos de manipulação de resultados foi o fato do ano. Os bons resultados da dupla André Sá e Marcelo Melo, foi o principal fato do tênis brasileiro. O tenista João Feijão Souza foi escolhido como a melhor aposta brasileira (nova geração). Quando a pergunta foi: Como você tiraria o tênis brasileiro do buraco? A grande maioria optou por: Entregaria o comando para o pessoal do vôlei, da natação ou a ginástica.
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Dica
No saque, uma boa colocação é mais importante que a força. Você pode ter um saque potente, mas se é previsível, seus adversários irão estar preparados, não importando a força que saque. Mudar a colocação do saque é extremamente importante. Se você está tendo problemas em direcioná-lo, comece (treinar) sacando do “T” (linha do saque). Feito isso, mire o saque em diversos lugares (a menor distância irá fazer o direcionamento e acerto fácil). Depois de desenvolver a confiança sacando do “T”, dê passos para trás até ficar entre a linha de fundo e a de saque. Finalmente, volte à linha de fundo e vagarosamente faça o movimento completo. Faça isso em diferentes posições e sua colocação no saque irá melhorar.
Curiosidade 1
Muito tem se falado sobre quem seria o melhor tenista do mundo. A grande maioria acha que é Roger Federer, outros, Rafael Nadal. Cada um tem uma opinião. Mas e o pior tenista? (entre os que disputam torneios da ATP). Aquele que não ganha de ninguém. Será que existe alguém assim? Sim, ele é inglês e seu nome é Robert Dee, tem 20 anos, mas já com um currículo (de não dar inveja a ninguém). Há três anos disputa torneios da ATP, nunca venceu uma partida, perdeu os 48 jogos que disputou, na verdade nunca venceu um ‘set’ sequer. Seu resultado mais expressivo foi uma derrota por 6/3 7/5 no qualifyng de um ‘future’ (menor torneio da ATP) em Portugal. Por incrível que pareça, Dee já teve um ponto na ATP. Foi em 2005, entrou como convidado em um torneio de médio porte e perdeu por 6/1 e 6/0. A partir de 2006, para se fazer ponto no ranking é preciso vencer a primeira rodada. Até então era comum tenistas medíocres, mas com dinheiro, comprarem o convite, fazendo no mínimo um ponto e uma classificação no ranking. Com certeza, o ingles, poderia ir para o’Guiness Book’.
Curiosidade 2
Aguem deve perguntar. Qual a importância de se ter no mínimo um ponto na ATP? Com um ponto, você já fará parte do ranking (terá uma classificação). Quando se joga a categoria profissional (ATP), é comum para os organizadores dos torneios pouco se importarem com o nome do jogador. O ranking é sua identidade. Pouco importa de quem você já ganhou. Sem uma classificação no ranking, é como não ter certidão de nascimento ou ‘RG’, como se você não existisse.