Caracas - A identificação de um menino sob tutela do Estado em Bogotá como Emmanuel, o filho da refém das Farc Clara Rojas nascido em cativeiro, deu margem a mais críticas mútuas dos governos colombiano e da Venezuela.
Caracas celebrou a identificação, mas pediu esclarecimento das circunstâncias de sua vida nas últimas semanas. As Farc sugeriram, ao reconhecer que o menino é Emmanuel, que o presidente da Colômbia, Álvaro Uribe, o havia seqüestrado em Bogotá para impedir sua entrega ao lado da mãe e da refém Consuelo González a Chávez. O chanceler da Colômbia, Fernando Araújo, respondeu que a Venezuela “olha para o lado errado” .
“Deveriam pedir explicações às Farc, que os enganaram, oferecendo a libertação e não cumprindo a promessa”.