Bairros

Acusado garante não estar armado

Ieda Rodrigues
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O policial militar André Pereira Ribeiro, que na hora da briga de trânsito estava de folga do trabalho, afirma que a história contada pela família é fantasiosa. Através do advogado Carlos Augusto de Carvalho, Ribeiro disse que o carro em que ele estava, dirigido por sua mulher, foi “fechado” pelo veículo do serralheiro Paulo Eduardo Franco e Patrícia Rafaela Ribeiro.

Segundo o advogado, Ribeiro desceu do veículo para ver o que estava acontecendo, quando Franco e Patrícia teriam iniciado a agressão física. “Eles partiram para cima do André. E quando ele tirou o celular do bolso para acionar o Copom (Centro de Operações da Polícia Militar), eles, que estavam alterados, se evadiram”, afirma o advogado que afirma que seu cliente garante que a criança não estava no veículo.

De acordo com Ribeiro, quando ele estava chegando em casa, encontrou Franco e Patrícia novamente. “Eles partiram para cima do André para agredi-lo. Ele está com dor no pescoço, resultado da agressão. E na delegacia, o André apenas segurou as agressões da moça. Ele tem uma carreira de 11 anos na Polícia Militar sem nenhum problema”, completa o advogado.

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