• De quatro
A fabricante de motocicletas KTM quer se aventurar nas quatro rodas. A marca austríaca preparou uma edição especial para lançar na Europa o roadster X-Bow. A versão será limitada a 100 unidades, estará disponível somente na cor branca e se chamará Dallara, nome da empresa italiana que auxiliou a KTM na construção do chassi e já esteve até na Fórmula 1. Mostrado pela primeira vez em março de 2007, no Salão de Genebra, o X-Bow é empurrado pelo motor 2.0 TFSI, fornecido pela Volkswagen, com injeção direta, 240 cv de potência e 31,6 kgfm de torque. A transmissão manual tem seis marchas.
• Marketing rosa choque
O site americano Gaywheels elegeu os melhores automóveis gays de 2007, que este ano teve seis categorias. O “Melhor Lançamento” foi o Volvo C30. O Audi TT foi o preferido na “Melhor Carro para Encontros”, enquanto o Buick Enclave foi o “Melhor Familiar” e o Cadillac CTS a “Melhor Reestilização”. O Lincoln Navigator foi o “Melhor Carro de Balada” e a Saab 9-3 SportCombi o “Melhor Carro para Mim”.
• Dilema de rico
A pequena e refinada produção da Rolls-Royce já está comprometida até junho de 2009. A informação é da própria marca de luxo britânica, que pertence ao Grupo BMW. Para cumprir as encomendas, a empresa anunciou a contratação de 300 novos funcionários para a unidade de Goodwood, onde já trabalham 650 empregados, com a produção anual estimada em 600 unidades. A China foi a maior razão para esta demanda. Em 2006, foram vendidos 71 Rolls-Royce por lá. No ano passado, foram cerca de 100 unidades .
• A bronca é livre
A Volkswagen não gostou de um relatório da subseção para o clima da Comissão Européia e resolveu colocar reclamar. Por meio de carta, a empresa protestou contra uma referência feita pela Comissão, que classificou os produtos da indústria alemã - que, além da Volks, inclui ainda Mercedes-Benz, Porsche e BMW - como mais poluidores que modelos de fabricantes de outros países. A acusação tomou como base as emissões dos esportivos - os mais potentes e os que mais consomem combustível. Na carta, a Volks alega que a Comissão Européia, que dita a normas de emissão Euro, também não dá tempo para que as empresas se adaptarem aos padrões.