• Provocação explícita
O BMW X6 causou uma reação em cadeia entre as marcas de luxo. Tanto que até a Cadillac resolveu criar uma proposta de veículo para atuar no segmento onde, até o momento, o veículo da marca alemã reina sozinho. A marca norte-americana, que faz parte da General Motors, mostrou em Las Vegas o Provoq. O conceito de SAV - sport activity vehicle - embarca também no marketing do ecologicamente correto, tão em moda nos tempos atuais.
O motor é híbrido e mescla célula de combustível e eletricidade. O Provoq conta com dois tanques de hidrogênio que movem um propulsor com cerca de 120 cv de potência, além de baterias de lítio para abastecer o motor elétrico. Segundo a GM, o Provoq tem uma autonomia de 482 km, faz de zero a 100 km/h em 8,5 segundos e tem a máxima limitada eletronicamente em 160 km/h.
• Ofensas nasais
Uma pesquisa inusitada foi feita pelo Michigan Ecology Center, nos Estados Unidos. A entidade resolveu verificar quais são os modelos do mercado norte-americano que apresentam mais problemas com odores no habitáculo provocados por peças comuns.
Segundo o instituto, com exceção dos metais, cristais e cerâmicas, classificados como inodoras, existem mais de 500 elementos na parte interna de um automóvel que podem emitir cheiros desagradáveis e até causar danos à saúde dos passageiros. Foi feita uma escala de zero a 5 para indicar o grau de “intoxicação” ambiental de cada automóvel.
E o Nissan Tiida, que nos Estados Unidos recebe a alcunha de Versa, foi o vencedor. O hatch foi apontado pelo estudo como o mais nocivo em termos de odores, com 5 pontos. Depois do hatch médio vêm o sedã Kia Spectra, empatado com o Subaru Forester, cada um com pontuação 4. Entre os que se saíram melhor estão o Chevrolet Cobalt, em primeiro com 0,5 ponto, seguido do Honda Odyssey e do Chrysler PT Cruiser, com 0,8 ponto cada.
Volvo S40, Mercedes-Benz SLK e BMW Z4 obtiveram índices considerados “pouco tóxicos”. Já modelos como Mercedes C350, Audi A4 e A6, Chrysler 300C, Volkswagen Beetle, Subaru Forester e Kia Sorento tiveram índices considerados “preocupantes” ou “muito tóxicos”. (colaborou Carlos González Arizmendi/AutoCosmos.com/México)
• Compacto compartilhado
O protótipo Volkswagen Up!, revelado no salão de Frankfurt em 2007, vai ser base para um novo modelo da Skoda, marca tcheca que pertence à montadora alemã. O automóvel usará a plataforma e diversos componentes do carro-conceito da Volks, que vai resgatar o motor traseiro dentro da linha da fabricante e é apontado como o Fusca do novo milênio.
Segundo o presidente da Skoda, Reinhard Jung, há espaço na gama de automóveis da marca para mais um modelo compacto. O objetivo da Skoda com este novo carro é expandir seus negócios para países como Rússia, China e Índia, mercados em pleno crescimento. Atualmente, o menor carro da montadora é o Fabia, que usa a plataforma do Polo e tem derivações hatch, station wagon e sedã.