Entrelinhas

Entrelinha

Da Redação
| Tempo de leitura: 3 min

• Na vitrine

Matéria na página 3 desta edição mostra dois dos mais fortes partidos políticos do País, o PT e o PSDB, se preparando para as eleições municipais do dia 5 de outubro. Cada qual com seu poder de fogo governamental, eles começam a mostrar as garras e armas que têm para formar uma boa base de prefeitos e vereadores, essencial para as eleições de 2010 - de presidente, governador, senador e deputados.

• Sintomático

A vinda do governador José Serra a Bauru na última semana foi um sintoma evidente deste esforço em mostrar à população competência e agilidade administrativa. Serra deixou um pacote de anúncios por aqui. Fica a expectativa por algo que o governo federal possa fazer pela cidade, talvez no PAC 2. Problemas a serem resolvidos é o que não falta.

• Para Tibiriçá

Por sinal, o governo do Estado deverá ser chamado a ajudar na resolução do acesso ao distrito de Tibiriçá, isolado após a queda da cabeceira da ponte que liga a localidade à rodovia Marechal Rondon, no último sábado. A situação permanece inalterada e para chegar até lá é preciso conhecer as estradas de terra da região.

• Fluorescentes

O leitor Luiz Jacintho envia e-mail ao JC para comentar a matéria sobre a dificuldade que a população tem para descartar corretamente lâmpadas fluorescentes, que não são poucas. Para ele, a prefeitura deveria viabilizar um tipo de coleta que não onerasse ainda mais os contribuintes, carregados de impostos, taxas e cobranças do gênero. Jacintho lembra tratar-se de um problema de saúde pública, em razão da letalidade de um corte com esse tipo de lâmpada.

• Vila Ipiranga

Outro leitor - Pedro Galvão - também entrou em contato com o JC para reclamar das condições do Núcleo de Saúde da Vila Ipiranga. Pede que façamos uma visita ao local para constatarmos o que diz. De quebra, não entende por que reformar os estádios de futebol se a saúde precisa de muitos reparos em toda a cidade.

• Coordenação

Em Bauru, alguns tucanos estão pedindo a Caio Coube que defina o mais rápido possível seu coordenador de campanha. Ricardo Carrijo foi lembrado instantaneamente para a função. Se vai aceitar, depois saberemos. Trata-se de um nome com bom trânsito no partido e por toda a cidade. Certamente se houver resistência a seu nome ela é muito baixa.

• Poucas mulheres

A ex-vereadora Catarina Carvalho reclama de tímida inclusão das mulheres na classe política e revela que teve de dar até empurrão para falar com o governador Serra, quinta-feira, em Bauru. “Foi assim que consegui cumprimentar o governador, driblando os seguranças”, diz a dirigente da Apiece, entidade pela qual ela foi até o governador.

• Lei garante

É justamente por haver “barreiras masculinas” nos partidos que a legislação eleitoral reserva uma quota das vagas de candidatos às mulheres. E esta é a maior dificuldade dos dirigentes partidários no período de montagem das chapas, principalmente antes do prazo de um ano antes da eleição. Ocorre uma verdadeira “caça” às pretendentes do sexo feminino.

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