A fusão do Instituto de Pesquisas Meteorológicas (IPMet) da Universidade Estadual Paulista (Unesp) de Bauru com o Instituto de Física Teórica (IFT) da Unesp da Capital ainda gera muita incerteza. Uma delas é se o IPMet manterá a autonomia que sempre teve. A aprovação ou não da união será votada no final do mês. Só então será discutido como a fusão será feita na prática e como será a atuação da nova unidade.
Ana Maria Gomes Held, diretora do IPMet, acredita que, se a fusão for concretizada, o instituto possa crescer. Porém, ela ainda não teve acesso ao projeto elaborado para o futuro das duas unidades complementares. “Qual seria o papel do Ipmet? Gostaríamos que ele crescesse, alcançasse novos horizontes, que a fusão venha para acrescentar”, deseja.
A diretora garante que os serviços de utilidade pública do instituto, como o monitoramento meteorológico, serão mantidos. “Os radares não podem ser deslocados. Eles estão em pontos estratégicos. Eles são de tecnologia de ponta, com atualizações recentes de hardware e software. Um trabalho que só poderia ser desenvolvido pelo IPMet”, destaca.