Washington - O departamento de segurança americano FBI colocou seus 101 esquadrões antiterror em alerta contra possíveis ataques às sinagogas e outros alvos judeus nos Estados Unidos, depois do assassinato do líder do Hizbollah, Imad Mughniyeh.
Ele morreu em um atentado em Damasco, capital da Síria, o que fez o grupo radical islâmico declarar “guerra aberta” a Israel.
Segundo o porta-voz do FBI, Rich Kolko, não houve ameaças diretas aos EUA. Mas ele declarou que o departamento de segurança “tem uma postura clara contra ameaças de qualquer grupo terrorista”. E pediu a todos os cidadãos americanos que “fiquem atentos e reportem qualquer atividade suspeita às autoridades”. Ontem o chefe do Hizbollah, Sheikh Hassan Nasrallah, afirmou que haverá retaliações à morte de Mughniyeh em alvos israelenses de todo o mundo.
Sucessor
O grupo libanês Hizbollah já escolheu o sucessor de seu comandante Imad Moughniyah afirmou ontem um membro das forças de segurança do Líbano.
Segundo essa fonte, a nomeação ocorreu horas depois de ter sido anunciada a morte de Moughniyah, na explosão de um carro-bomba em Damasco, na terça-feira. O membro das forças de segurança libanesas não identificou o homem agora responsável por comandar o bem armado exército do Hizbollah.
O membro dos serviços de segurança libaneses disse que o sucessor era um dos dois nomes aventados por meios de comunicação de Israel. O líder do Hizbollah, Sayyed Hassan Nasrallah, ameaçou lançar uma “guerra aberta” contra os israelenses em retaliação pelo assassinato.