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Até final de março, terminal vai ter mais dois vôos para São Paulo

Lígia Ligabue
| Tempo de leitura: 2 min

Única companhia aérea que ainda opera no Aeroporto Moussa Tobias, a Pantanal vai oferecer mais duas opções de vôos para a Capital. Atualmente, são quatro viagens diárias de ida e outras quatro de volta. A partir da próxima semana será oferecido mais um horário e a partir do dia 20 de março, o sexto vôo será implantado.

Desde o último dia 16, quando a Ocean Air cessou suas operações na cidade, a Pantanal se viu sozinha no amplo aeroporto. Antes, a BRA e a Air Minas já tinham parado seus serviços. De acordo com Antônio Antunes Rodrigues, gerente da Pantanal em Bauru e região, a empresa está na cidade há vários anos e sabe como o mercado reage.

Ele destaca que esta nova programação é planejada há tempos e feita desde 2006. “No ano passado, em alguns meses, também oferecemos seis vôos”, lembra. Ele lembra que o movimento regional no aeroporto é grande. “Atendemos pessoas que vão a grandes empresas da região. Muitos passageiros também chegam em busca dos grandes centros de saúde”, observa.

Para Rodrigues, o Aeroporto Moussa Tobias é um terminal com muitos atrativos. “É bonito, bem cuidado, espaçoso”, elogia. Ele acredita que quando for instalado o equipamento que vai permitir pousos por instrumentos, a movimentação ficará mais intensa.

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Ponto Antigo

Os taxistas que herdaram o ponto localizado próximo ao Aeroclube não têm do que reclamar. Além dos clientes da cidade, também apanham os passageiros que chegam do ônibus oferecido pela companhia aérea Pantanal, que embarcam e desembarcam no local.

“O movimento não está ruim. Melhorou ainda mais por conta da volta às aulas nas universidades”, avalia o taxista Gilmar Reis. “O movimento que antes tinha por aqui, perdeu um pouco. Mas não tanto como para quem foi transferido. Lá não tem como trabalhar”, avalia Ed Wilson de Souza, que chega a fazer até três corridas por dia com os passageiros que chegam do aeroporto.

“Lá, não tem como atender um cliente da cidade, por exemplo. Não compensa”, observa Reginaldo Costa, que também se fixou no ponto em frente ao Aeroclube.

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