Tribuna do Leitor

Comércio informal no centro


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Ao caminhar pelas calçadas das ruas próximas ao Calçadão da Batista de Carvalho tenho verificado a falta de espaço digno e apropriado para abrigar os camelôs desta área central da cidade. Pois, alojados de maneira provisória na calçada, impedem a circulação de pessoas, criam um desconforto para os comerciantes locais que pagam o alto preço da formalidade, sem contar com a precariedade das instalações e de trabalho, às quais os camelôs estão submetidos. É um problema que já deveria ter sido sanado, a exemplo de outras cidades médias como Marília e Presidente Prudente, que possuem lugar apropriado devidamente dotado de infra-estrutura básica oferecida pela prefeitura. Trata-se de uma medida que deve ser prioritariamente conduzida pelo poder público em conjunto com os camelôs e associação comercial. Tal iniciativa permitiria até mesmo a revitalização de áreas e prédios ociosos cogitando também a implantação de um mercado municipal.

Marcelo Nunes - professor mestre e doutorando em Geografia pela Unesp

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