Um prato típico, arretado e com poderes afrodisíacos pode se encontrado em qualquer quiosque da praia ou nos restaurantes premiados da cidade: o sururu. Trata-se de uma espécie de mexilhão de lagoa que só dá ali e pode ser comido de diversas maneiras: de capote (na concha), com pirão ou simplesmente com sal e limão.
Remédio milagroso para todos os tipos de “fraqueza”. Além dele, Alagoas brinda os visitantes com pratos finos, feitos com todo cuidado e doces mágicos. Incluindo compotas à base de frutas tropicais, como carambola, araçá, mangaba e pitomba e uma infinidade de bolos.
Maceió detém, entre outros, espaços como o Divina Gula, um lugar deliciosamente rústico, aconchegante e com comida magnífica; o Irmãs Rocha, onde o conselho é fartar-se com seu café regional; o República dos Camarões, o Bonno Goumert, o Canto da Boca (com moquecas divinais), o elegante Le Corbu, o japonês Takê e os regionais Bodega do Sertão e Carne do Sol do Picuí.
Estabelecimentos onde não faltam receitas à base de camarão, lagosta e mariscos, como o sururu e masunim, além de peças de resistência da cozinha regional, como a buchada de bode e a carne de sol com feijão verde e internacionais.
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O filé que não é peixe
Como é praxe, o turista não deixa Alagoas sem levar uma lembrança. E o artesanato é uma boa pedida, principalmente para o comercializado no pitoresco bairro do Pontal da Barra, às margens da Lagoa Mundaú. Filé (que tem mais de 100 pontos) e redendê são tipos de artesanato mais procurados pelos turistas, sem esquecer os bordados.
No Pontal da Barra – bairro de pescadores –, o artesanato é confeccionado pelos artesãos (homens e mulheres) nas calçadas das modestas residências, um trabalho delicado e de muita paciência. Os produtos ficam expostos à venda à porta das casas, podendo também ser facilmente encontrados em lojinhas do comércio local.
Além do artesanato, o bairro é um celeiro das manifestações da cultura popular, como pastoril, baianas e fandango, que sempre são ensaiados nas praças e, na alta temporada, se apresentam nas noites de segunda-feira para os turistas.
Ainda tem os adolescentes – filhos de pescadores e rendeiras – que formam a banda de flauta, com um repertório de Luiz Gonzaga a músicas eruditas.