Internacional

Brasileira é acusada de matar milionário a facadas na Espanha

Folhapress
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Madri - Uma brasileira de 24 anos foi presa ontem em Madri acusada de matar a facadas um milionário de 82 anos de origem iraniana radicado na Espanha. A polícia espanhola suspeita que Edislane T. A., cujo sobrenome não foi revelado, tenha distúrbios psiquiátricos. Ainda não há motivos para explicar o crime, que ocorreu no último dia 19, diz a polícia.

Na sexta passada, dois dias após o assassinato, Edislane foi vista numa loja de um shopping no mesmo bairro da vítima comprando um jogo de facas. Segundo o vendedor que a atendeu, ela estava nervosa e dizia coisas sem sentido. Na saída do lugar, teria ameaçado um cliente com uma das facas.

A polícia afirma que Edislane está ilegal na Espanha e que já foi presa por tentativa de agressão.

O milionário Manuchehr Farlanghi, refugiado político desde a Revolução Islâmica do Irã, em 1979, era dono de uma das mais caras e prestigiosas escolas de Madri.

Farlanghi foi morto na porta de casa, ao receber facadas no abdômen quando atendeu à porta. Vizinhos disseram ter visto uma mulher sair correndo e ajudaram a elaborar o retrato falado da suspeita. Segundo os policiais espanhóis, o crime já estaria esclarecido com a reconstituição.

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Operação prende prostitutas do Brasil

Madri - A polícia espanhola deteve ontem um grupo de 27 pessoas - 20 eram brasileiras - acusado de formação de quadrilha, exploração da prostituição e posse ilegal de drogas. Numa operação em três bordéis da cidade de Badajoz, próxima à fronteira com Portugal, foram presas 17 prostitutas, todas brasileiras, e dez agenciadores, três deles brasileiros. Todos os 20 brasileiros estão em situação ilegal na Espanha, têm entre 21 e 23 anos, são naturais de Goiânia (GO), e devem ser deportados nas próximas semanas.

Com eles foram apreendidos dinheiro e drogas (maconha, cocaína e haxixe). Segundo a polícia espanhola, a quadrilha é acusada ainda de traficar mulheres brasileiras, a maioria vinda de Goiás, e explorar a prostituição de outras 300 estrangeiras no país.

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