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Exigir ou preferir: a diferença está no uso diário do verbo


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Mudamos o mundo ao mudarmos a nós mesmos. Para isso é necessário que sejamos responsáveis por nossos atos, ou seja, que coloquemos em prática os nossos melhores talentos. Se dermos o que temos de melhor, conseqüentemente, receberemos em dobro o que demos.

O homem é um ser social, isto é, necessita de outras pessoas para viver. Se não fossem as outras pessoas não teríamos proteção, não saberíamos tudo o que sabemos, não reconheceríamos o amor, a amizade, o companheirismo. Para conviver bem com as pessoas, precisamos demonstrar respeito e consideração, da mesma forma, devemos preferir respeito e consideração. Difícil? Penso que não!

A toda mudança de postura cabe uma palavra que atende pelo nome de civilidade.

Ter civilidade significa tratar as pessoas com gentileza, respeitar as regras de trânsito, ser pontual, procurar não levar vantagem sobre os outros, não depredar os bens públicos, enfim, demonstramos civilidade em casa, quando tomamos o cuidado para não quebrar um objeto dos irmãos, arrumamos a bagunça que fazemos, somos prestativos, aceitamos o outro com suas diferenças. E na escola?

Demonstramos civilidade na escola quando levamos um objeto esquecido para a seção de achados e perdidos, procuramos manter a sala em ordem, ajudamos a um colega com dificuldades, respeitamos professores, funcionários e demais atitudes positivas. E assim, com pequenos gestos, vamos demonstrando civilidade na praia, festas, trabalho, cinemas, por onde passamos, para todas as pessoas, conhecidas e desconhecidas.

Mas para que a civilidade seja colocada em prática, precisamos adotar uma nova postura a atitude! Se mudamos o mundo ao mudarmos as nós mesmos, que tal começarmos agora? Vamos lá, tente, não podemos exigir que se cumpra o ato de civilidade, mas podemos preferir a civilidade, a escolha é sua, ou nossa!

A autora, Oeni Custodio Marins, é professora em Bauru, no Colégio Fênix

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